4 de Fevereiro de 2010

Listão da COVEST 2010

Confira o listão.

Clique aqui e confira o resultado do listão da COVEST 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Prova de Francês Covest 2010

Resolução da Prova de Francês

Clique aqui e baixe a prova de francês da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Prova de Teoria Musical Covest 2010

Resolução da Prova de Teoria Musical

Clique aqui e baixe a prova de Teoria Musical da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Geometria Gráfica Covest 2010

COmentada por Valdemar Santos

A prova de Geometria Gráfica apresentou, como nos exames anteriores, uma abordagem bastante aprofundada. Cada vez mais o exame da UFPE exige uma rigorosa preparação anual.

A prova apresentou questões envolvendo “vistas” de sólidos (03, 04, 12 e 16), bem como a perspectiva Cavaleira, na questão 5.

Diferentemente da antiga prova de Matemática 2, a prova de Geometria Gráfica exige um conhecimento gráfico aprimorado.

Criou-se a necessidade de uma preparação consistente do aluno do grupo 07, tanto para a prova de Matemática quanto para a de Geometria. É válido ressaltar, ainda, que o Fera deve se preparar separadamente, já que a avaliação dos conhecimentos de Geometria mostrou-se extensa e densa, apresentado construções e dificuldades que podem representar um obstáculo ainda maior do que a prova de Matemática para o aluno que pretende ingressar na Universidade.


Clique aqui e baixe a prova de geometria gráfica da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Literatura Covest 2010

Comentada por Graça Migliorini

A prova de Literatura da Segunda Fase foi mediana e estabeleceu uma perfeita interação com o conteúdo previsto. A avaliação contemplou todos os estilos de época da Literatura Brasileira. Quanto à Literatura Portuguesa, os ícones Fernando Pessoa, Eça de Queirós e José Saramago foram enaltecidos.

As temáticas propostas no exame percorreram desde religião e reflexões sobre a natureza humana até nacionalismo e denúncia social. Também não deixou de enfatizar questões mais regionais, como o Sertão.

A questão 08 revelou pesquisa, intertextualidade e denúncia social por meio da intergenericidade de um texto da Revista Veja – uma notícia – com um poema de Gregório de Matos Guerra sobre a sociedade baiana – rica comparação entre diferentes épocas.

Por pregar uma Literatura engajada, moderna, além do progresso social na ótica de Flaubert, Eça de Queirós e Machado de Assis, a questão 11 merece especial atenção.

A Segunda Fase da UFPE retratou uma pesquisa literária eficaz, moderna e bem elaborada, além de valorizar a intertextualidade, a intergenericidade e a reflexão do indivíduo, propósito da Literatura.


Clique aqui e baixe a prova de literatura da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Biologia Covest 2010

Comentada por Marco Gaudêncio, Aderbal Araújo, Rodrigo Baraúna e Leandro Gomes

A prova de Biologia apresentou questões que percorreram os níveis médio a difícil. O conteúdo programático foi bem distribuído, com questões interdisciplinares, além de contextualizadas e atuais do ponto de vista da Biologia.

Os conteúdos propostos na prova foram: Ecologia (2 questões); Programa de Saúde (4 questões); além de Zoologia / Fisiologia; Botânica / Ecologia; Biotecnologia; Genética; Embriologia; Reprodução; Fisiologia, que apresentaram uma questão cada.

As questões 03, 04, 06 e 07 merecem destaque por serem voltadas para temáticas de meio ambiente e atualidades, de acordo com a nova tendência do Ensino Médio.

Parabenizamos, portanto, a banca por abordar temas atuais, privilegiando o aluno que busca várias formas de obtenção de conhecimento, além de manter-se cotidianamente a par das informações que circulam na sociedade. É necessário, entretanto, atentarmos para a falta de clareza de alguns itens da avaliação, que podem prejudicar o desempenho do candidato.



Clique aqui e baixe a prova de biologia da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Geografia Covest 2010

Comentada por Anderson Leineker, Ronaldo Lima e Bruno Lima

De modo geral, a prova de Geografia apresentou uma distribuição de conteúdos coerente

com o programa proposto. Parabenizamos a banca pela diagramação apresentada em algumas questões, que ofereceu uma visão mais nítida para os Feras acerca das propostas.Os tópicos abordados foram: Regionalização, Meio Ambiente, Hidrografia, Cartografia, Economia, Transportes, Demografia, Princípios Geográficos, Rochas, Agricultura e Relevo Brasileiro, além de explorar aspectos regionais de Pernambuco, o que representa, sem dúvida, estimada ruptura com a estrutura dos anos anteriores.

Pode-se considerar a avaliação como de aprofundamento mediano, correspondendo às expectativas da comunidade escolar.

A questão 07 merece destaque por uma excelente abordagem quanto às relações físicas e humanas da Região Nordeste.


Gabarito: VFVFF


Clique aqui e baixe a prova de geografia da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Matemática Covest 2010

Comentada por Valdemar Santos

A prova de Matemática de Segunda Fase apresenta uma abordagem abrangente dos conteúdos propostos no programa. Os assuntos contemplados foram bem explorados entre as 16 questões, selecionando, assim, os vestibulandos com uma visão aprofundada.

Cinco questões da avaliação versavam sobre tópicos de Geometria, o que enfatiza a importância de uma dedicação cuidadosa ao assunto durante toda a preparação do Fera. Álgebra e Trigonometria somam 7 questões, mantendo uma já consolidada estrutura da prova de Segunda Fase. Aritmética, por fim, apresentou 4 questões bem contextualizadas.

Progressão Aritmética e Geométrica, além de Determinantes, Sistemas Lineares e Logaritmos – um conteúdo quase exaustivamente explorado nas salas de aula do Ensino Médio – não foram abordados no exame.

A necessidade de um domínio mais efetivo sobre os conhecimentos estatísticos por parte do aluno foi ratificada pela banca, uma vez que o exame apresenta três questões sobre Probabilidade. Entre as três questões de Estatística, uma merece destaque por apresentar contextualização bem estruturada e oferecer ao aluno a possibilidade de demonstrar domínio sobre perspectiva aprofundada do conteúdo. Além disso, a questão 02, sobre Polinômios (agora com abordagem estritamente conteudística), chama a atenção por exigir um conhecimento muito específico.



Clique aqui e baixe a prova de matemática da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Inglês Covest 2010

Comentada por Otacílio Barreto

A prova de Língua Inglesa mostrou-se condizente com o aprofundamento esperado para a Segunda Fase. Um vocabulário rebuscado, exigente, porém acessível para o aluno que se preparou de forma mais específica. O exame apresentou, no entanto, algumas questões relativamente simples (superficiais) de interpretação de texto.

O programa foi abordado com cuidado e, diferentemente da prova aplicada no dia anterior, a banca explora temas relevantes e, portanto, muito mais atrativos aos alunos, o que possibilitou uma melhor interpretação dos textos.

A questão 03 merece uma referência, já que demanda do vestibulando um domínio de vocabulário independente do texto explorado, ou seja, o contexto não possibilitou a compreensão do vocábulo explorado no enunciado.

A necessidade de realizar inferências a partir do texto pode ter representado uma dificuldade para a resolução da questão 08, pois algumas respostas não estavam explícitas no texto, mas nas entrelinhas.

A prova, por apresentar 4 textos, pode ser considerada cansativa, no entanto, oferece ao candidato a oportunidade de realizar um exame consistente, mesmo que não compreenda um dos textos utilizados. Todos os textos escolhidos pela banca mostraram diversificado aprofundamento vocabular. O primeiro traz uma mensagem otimista ao abordar a criatividade de crianças com câncer. O segundo texto versa sobre a situação de jovens afegãs, com seus matrimônios arranjados prematuramente. Já o terceiro texto relata os benefícios do chá verde em relação à perda de peso. O último texto da prova, mais complexo, analisa a relação entre humanos e elefantes em alguns países da África, tema já abordado pela Covest.


Clique aqui e baixe a prova de inglês da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Espanhol Covest 2010

Comentada por Rogério Machado e Rúbia Andrade

A prova específica de Espanhol apresentou-se de acordo com o esperado para o aprofundamento de Ensino Médio. Os Feras se viram diante de uma prova que priorizava a interpretação de texto – agora mais adequada à proposta de sala de aula quanto à exigência de domínio de vocabulário. As poucas questões de abordagem gramatical foram cobradas inseridas nos textos de apoio da prova, ou seja, gramática contextualizada.

Embora seja válida e esteja de acordo com uma tendência atual, a proposta de basear a avaliação do aluno na interpretação dos textos impede uma melhor distribuição dos conteúdos programáticos. Não se pretende, com tal constatação, propor a superficial solução de aumentar a quantidade de questões de gramática, mas sim a possibilidade de repensar o programa apresentado para os vestibulandos.

A questão 06 merece destaque por conduzir o aluno a raciocínios linguísticos e textuais, ou seja apresenta uma abordagem gramatical atrelada à necessidade de inferências em relação ao texto proposto.

O exame utiliza um texto, dividido em duas partes e apresenta, portanto, apenas uma temática: a ruptura de um relacionamento amoroso. O texto explorado oferece ao aluno um vocabulário acessível, depois de muitos anos de expressões idiomáticas mais restritas a um certo contexto de uso, que poderiam, portanto, comprometer o rendimento do Fera.

Clique aqui e baixe a prova de espanhol da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Física Covest 2010

Comentada por Luciano Florêncio, Wellington Jesus e Rogério Andrade

A prova de Física presenteou o aluno bem preparado, com um aprofundamento mediano a fácil.

Como já é tradicional, a maior parte da prova explora questões de Mecânica (31%). As demais questões dividiram-se entre as outras áreas: Elétrica (25%), Termologia (12,5%), Ondulatória (12,5%). Óptica, Física Moderna e Hidrodinâmica representaram, cada uma, 6,25% da prova.

A questão 2 apresentou aprofundamento mais rigoroso, exigindo do aluno um raciocínio mais elaborado. Para resolver a questão 10, que trouxe um tópico específico da Acústica – Nível Sonoro –, o aluno precisou recorrer a conhecimentos matemáticos. Ressaltamos que, embora não esteja relacionada no programa proposto, a Hidrodinâmica foi explorada na questão 08 da prova.

O exame utilizou bons gráficos, enunciados objetivos e cálculos simples, bem como manteve-se dentro do conteúdo e aprofundamento previstos, com exceção das questões 08 e 10.


Clique aqui e baixe a prova de física da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

Comentário da Prova de Português 2 Covest 2010

Comentada por Andréa Nobre, Cleonice Rabelo e Jurandir Júnior

A prova apresentou, como já é tradicional, nível mediano de dificuldade. O conteúdo foi coerente com o programa proposto pela Universidade.

Além de questões de interpretação de textos, bastante diversificados (Artigo de Opinião, Campanha Publicitária, Crônica e Poema), o exame demanda o domínio de Semântica, identificação de Gêneros Textuais, Regência, Concordância, Correlação Verbal, Colocação Pronominal, Paralelismo, Intertextualidade, Redundância, etc.

A questão 14 merece destaque por cobrar do aluno vocabulário atípico, porque revela um nível elevado de exigência. Um leitor assíduo apresentará um melhor desempenho em suas respostas.

A prova da UFPE demonstrou bastante sensatez, tornando-se exequível às demandas dos jovens de Ensino Médio. Chamamos à atenção para a 6ª questão – no item 1-1 –, que, a nosso ver, parece mal formulada, podendo levar o aluno ao erro. Um outro problema foi a pouca legibilidade do slogan da campanha apresentada no texto 02. Esses incidentes, no entanto, não comprometem nem desabonam a seriedade com a qual a prova foi elaborada. Parabenizamos a Covest.


Clique aqui e baixe a prova de português 2 da Covest 2010.


 
 21 de Dezembro de 2009

GABARITO SEGUNDO DIA 2ª FASE

Confira aqui

Física
01.50 02.16 03.09 04.50 05.02 06.33 07.06 08.24 09.15 10.05 11.02 12.05 13.10 14.10 15.05 16.FFFVF

Matemática
01.VFVVV 02.FVVFV 03.VVVVV 04.08 05.36 06.31 07.72 08.80 09.39 10.20 11.20 12.30 13.38 14.12 15.14 16.70

GMT. Gráfica
01. FVVFV 02.FFFVV 03.FVVVF 04.VFVVF 05.VVFVF 06.FVVFF 07.VVFVF 08.FVFFV 09.VFVVV 10.VVVFF 11.VVFVV 12.VVVVV 13.FVVVV 14.FVFFF

Biologia
01.VVFVF 02.FVVFV 03.VVFVV 04.VVFVV 05.VFFVF 06.VFFFF 07.VFFFF 08.VVVFV 09.FVVVV 10.FFVFV 11.VVFVF 12.VFFVV 13.FFVVV 14.VVFVV 15.VVFVV 16.FVVFV

Geografia
01.VFVVF 02.VFVFV 03.VVVVV 04.VVFFV 05.VVFVV 06.VVVVV 07.VFVFF 08.FVFVF 09.VFVVF 10.VVVFF 11.FVVVF 12.VVVVV 13.VVFVV 14.VFVVV 15.VVVFV 16.VVFVV

Portugues 2
01. FVVFF 02.FFFVF 03.FFVVV 04.VVVVF 05.VVFFV 06.VFVVF 07.FVVVF 08.VVVVV 09.VVVFF 10.FVVVV 11.FVFFV 12.VVVVF 13.VVVFF 14.VVVFF 15.VFVFV 16.VFFFV

Literatura
01.VVVVF 02.FVVVV 03.FFVVF 04.FVVVF 05.FVFVV 06.VFVFF 07.VVVVV 08.VVFVF 09.FVVVF 10.FVVFV 12.VVFFV 12.VVFVV 13.VFVVF 14.VVVVV 15.FVVVV 16.VFVFV

Ingles
01.FFVVF 02.FVFVV 03.VFVFV 04.FVFVF 05.VFFVV 06.VFFVV 07.FVVFV 08.FFVVV 09.FVVVV 10.VFFFV 11.FVFFV 12.VFFVF 13.VFFVV 14.FVVFF 15.FFFVV 16.VVVFF

Espanhol
01.FFVVV 02.VFVFF 03.FVFVF 04.FFFFV 05.FFFVV 06.FVFFF 07.FFVVF 08.FFVFF 09.VFVFV 10.VVFFV 11.FFVFF 12.VFFFF 13.VVFVV 14.VVVFF 15.VFFVF 16.FFVVV

Frances
01.VFVVF 02.VFVFF 03.FVFFV 04.VVFVF 05.VFVFF 06.FVFVV 07.FFVVV 08.FFVFF 09.VVVFF 10.FFVFV 11.VVFFV 12.FVVFV 13.FVFFV 14.VFFFV 15.FFVVV 16.VVVVF

T.Musical
01.FFFVF 02.VVVVV 03.VFVFV 04.FFFVF 05.VFVFF 06.FFFFV 07.VVFFF 08.FVFFV 09.FFVFF 10.FVFFF 11.FFFFV 12.FFFFV 13.FVFFF 14.VFFFF 15.FFVFV 16.FVFFF


 
 20 de Dezembro de 2009

Questões de Espanhol Covest 2010

Resolução das questões de Espanhol

Texto 1
ESA GENTUZA
Paso a menudo por la Carrera de San Jerónimo, caminando
por la acera opuesta a las Cortes, y a veces coincido con la
salida de los diputados del Congreso. Hay coches oficiales
con sus conductores y escoltas, periodistas dando los
últimos canutazos junto a la verja, y un tropel de individuos
de ambos sexos, encorbatados ellos y peripuestas ellas,
saliendo del recinto con los aires que pueden ustedes
imaginar. No identifico a casi ninguno, y apenas veo los
telediarios; pero al pájaro se le conoce por la cagada. Van
pavoneándose graves, importantes, seguros de su papel en
los destinos de España, camino del coche o del restaurante
donde seguirán trazando líneas maestras de la política
nacional y periférica. No pocos salen arrogantes y sobrados
como estrellas de la tele, con trajes a medida, zapatos
caros y maneras afectadas de nuevos ricos. Oportunistas
advenedizos que cada mañana se miran al espejo para
comprobar que están despiertos y celebrar su buena suerte.
Diputados, nada menos. Sin tener, algunos, el bachillerato.
Ni haber trabajado en su vida. Desconociendo lo que es
madrugar para fichar a las nueve de la mañana, o buscar
curro fuera de la protección del partido político al que se
afiliaron sabiamente desde jovencitos. Sin miedo a la cola
del paro. Sin escrúpulos y sin vergüenza. Y en cada
ocasión, cuando me cruzo con ese desfile insultante, con
ese espectáculo de prepotencia absurda, experimento un
intenso desagrado; un malestar íntimo, hecho de
indignación y desprecio. No es un acto reflexivo, como digo.
Sólo visceral. Desprovisto de razón. Un estallido de cólera
interior.
Sé que esto es excesivo. Que siempre hay gente honrada.
Políticos decentes cuya existencia es necesaria. No digo
que no. Pero hablo hoy de sentimientos, no de razones. De
impulsos. Yo no elijo cómo me siento. Cómo me salta el
automático. Algo debe de ocurrir, sin embargo, cuando a un
ciudadano de 57 años y en uso correcto de sus facultades
mentales, con la vida resuelta, cultura adecuada,
inteligencia media y conocimiento amplio y razonable del
mundo, se le sube la pólvora al campanario mientras asiste
al desfile de los diputados españoles saliendo de las
Cortes. Cuando la náusea y la cólera son tan intensas. Eso
me preocupa, por supuesto. Sigo caminando Carrera de
San Jerónimo abajo, y me pregunto qué está pasando.
Hasta qué punto los años, la vida que llevé en otro tiempo,
los libros que he leído, el panorama actual, me hacen ver
las cosas de modo tan siniestro. Tan agresivo y pesimista.
Por qué creo ver sólo gentuza cuando los miro, pese a
saber que entre ellos hay gente perfectamente honorable.
Por qué, de admirar y respetar a quienes ocuparon esos
mismos escaños hace veinte o treinta años, he pasado a
despreciar de este modo a sus mediocres reyezuelos
sucesores. Por qué unas cuantas docenas de analfabetos
irresponsables y pagados de sí mismos, sin distinción de
partido ni ideología, pueden amargarme en un instante, de
este modo, la tarde, el día, el país y la vida.
Quizá porque los conozco, concluyo. No uno por uno, claro,
sino a la tropa. La casta general. Los he visto durante años,
aquí y afuera. Estuve en los bosques de cruces de madera,
en los callejones sin salida a donde llevan sus
irresponsabilidades, sus corruptelas, sus ambiciones.
Conozco las consecuencias. Algún día, si tengo la cabeza
lo bastante fría, les detallaré a ustedes cómo se lo montan.
Cómo y dónde comen y a costa de quién. Cómo se han
trajinado el privilegio de cobrar la máxima pensión pública
de jubilación tras sólo 7 años en el escaño, frente a los 35
de trabajo honrado que necesita un ciudadano común.
De cualquier modo, por hoy es suficiente. Y se acaba el
espacio. Tenía ganas de desahogarme dándole a la tecla, y
es lo que he hecho. Otro día seré más coherente. Más
razonable y objetivo. Quizás.
(Arturo Pérez Reverte, XL Semanal, 5 al 11 de julio de 2009)

Questão 01
Una vez leído el texto por completo, podemos decir que el tema fundamental que en él se trata es
A) una reclamación de un ciudadano a propósito del sistema público de pensiones español.
B) una descripción pormenorizada del nivel de estudios de los diputados y políticos españoles en general.
C) una descripción de las calles adyacentes al edificio sede de las Cortes españolas.
D) una crítica argumentativa y objetiva acerca de la actividad de los políticos españoles.
E) una visión particular y subjetiva del autor a propósito de los diputados en Cortes españoles.

Resolução
O tema fundamental não é a forma objetiva, mas a forma subjetiva, presente na alternativa E, como pode ser comprovado por meio de fragmentos como: “No es un acto reflexivo...Sólo visceral”.

GABARITO: E



Questão 02
En el segundo párrafo del texto se hace mención a “un ciudadano de 57 años”. Ese ciudadano se refiere, específicamente
A) al ciudadano común que no se dedica a la política.
B) a Arturo Pérez Reverte.
C) a cualquier persona con estudios universitarios.
D) a todo político que sea decente, como se indica al comienzo de ese mismo párrafo.
E) a toda persona con la vida resuelta, esto es, a personas de clase media-alta.

Resolução
Arturo Pérez Reverte é o referente da expressão “esse cidadão de 57 anos, universitário inteligente”, pois tenta justificar-se ao usar expressões fortes no primeiro parágrafo.

GABARITO: B


Questão 03
En el primer párrafo del texto aparece la siguiente expresión: “apenas veo los telediarios”. Eso significa, teniendo en cuenta el contexto en el que aparece, que
A) nunca ve los telediarios.
B) pocas veces ve los telediarios.
C) casi siempre ve los telediarios.
D) el único programa de TV que ve es el telediario.
E) ve los telediarios, pero incompletos, y no hasta que terminan.

Resolução
Esta questão exigiu do aluno um conhecimento vocabular preciso. Diferente do português, “apenas” em espanhol significa “quase não”. Portanto, a resposta encontra-se na alternativa B, ou seja, pode ser substituída por “poucas vezes”.

GABARITO: B


Questão 04
En el segundo párrafo del texto aparece el siguiente fragmento: “Por qué creo ver sólo gentuza cuando los miro, pese a saber que entre ellos hay gente
perfectamente honorable”. Con respecto a la secuencia subrayada, es correcto afirmar que
1) se trata de una forma verbal conjugada del verbo “pesar”.
2) su sentido en el texto indica que el autor siente pesar, dolor (por lo que dice).
3) puede ser sustituida por “a pesar de”.
4) es equivalente a la expresión “mientras (sabe)”.

Resolução
PESE A + INFINITIVO possui, em espanhol, um valor adversativo e concessivo de forma igualitária. Isso está evidenciado no fragmento, devido ao fato de o autor pensar que há políticos honoráveis, mas ao mesmo tempo, ele não entende porque acredita que todos os políticos são bastante ruins.

GABARITO: A


Questão 05
En el último párrafo del texto aparece la siguiente frase: “Tenía ganas de desahogarme dándole a la tecla, y es lo que he hecho”. Con relación a la forma destacada, es correcto afirmar que
A) se refiere al propio autor del texto.
B) en este contexto se trata de una forma del artículo neutro español.
C) podría ser sustituido por la forma el: “y es el que he hecho”.
D) se refiere al hecho de “tener ganas”.
E) se refiere a desahogarse dándole a la tecla.

Resolução
No contexto, observa-se que o “Lo” é um pronome pessoal, pois acompanha um verbo, “he hecho”. Aqui, refere-se ao fragmento “desahogarse dándole a la tecla.”

GABARITO: E


Questão 06
En el segundo párrafo del texto, aparece la expresión:
“se le sube la pólvora al campanario”. Acerca de su interpretación, es correcto afirmar que
A) el autor del texto tiene intenciones terroristas y planea realizar un atentado.
B) se trata de expresar que quien lo dice está feliz y va a hacer una fiesta.
C) las preocupaciones que expresa el autor le provocan dolor de cabeza.
D) posee el sentido de indicar que quien la profiere está indignado, fuera de sí.
E) significa que el autor enloqueció en sentido literal.

Resolução
Em todo o texto, nota-se um tom ácido e de insatisfação do autor em relação aos deputados espanhóis. Isso nos leva a entender que a expressão “se le sube la pólvora al campanario” quer dizer que o chumbo sobe para cabeça, ou seja, ele esquenta a cabeça por conta da raiva pelos parlamentares.

GABARITO: D


Questão 07
Indique, relacionando las columnas que aparecen a continuación, cuáles serían los vocablos y expresiones equivalentes en portugués a las siguientes palabras y expresiones españolas, considerando el sentido que poseen en el contexto específico en que aparecen:
1) carrera ( ) calçada
2) acera ( ) chumbo
3) verja ( ) raiva
4) pólvora ( ) grade
5) cólera ( ) avenida
La secuencia correcta es:
A) 2, 5, 4, 3, 1
B) 3, 5, 1, 2, 4
C) 2, 4, 5, 3, 1
D) 2, 5, 3, 1, 4
E) 1, 5, 3, 4, 2

Resolução
Extremamente tranquila a questão, pois o vocábulo “pólvora” (nº4) pode ser associado ao vocábulo “chumbo”. Das opções dadas, a única que satisfaz corretamente a questão é a alternativa C.

1)carrera ( 2 ) calçada
2)acera ( 4) chumbo
3)verja ( 5) raiva
4)pólvora ( 3 ) grade
5)cólera ( 1 ) avenida

GABARITO: C


Questão 08
A lo largo del texto se hace claramente perceptible el tono ácido de la crítica hacia los políticos españoles por parte del escritor Arturo Pérez Reverte. Indique cuál de las siguientes formas, extraídas del texto, carece de esa connotación tan agria:
A) gentuza
B) advenedizo
C) pavoneándose
D) ciudadano
E) reyezuelo

Resolução
Esta questão privilegiou a leitura atenta do enunciado. O candidato deveria assinalar, entre as possibilidades apresentadas, aquela que não tinha conotação tão negativa. Sabendo que gentuza e reyeuelo apresentam sufixos pejorativos: -uza/-uelo, que “advenedizo” significa pessoa com pouco escrúpulos, que “pavoanearse” significa presumir de forma desnecessária, restou ao candidato a alternativa que contém o vocábulo “ciudadano”(cidadão).

GABARITO: D


 
 20 de Dezembro de 2009

Questões de História Covest 2010

Resolução das questões 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16


Questão : 1
Gabarito: FFVFV

Entre os gregos, a História foi desenvolvida por meio de relatos sobre eventos considerados importantes ou que explicavam a origem das coisas. Como a história não é prontamente sistematizada como um campo do conhecimento, vemos que o interesse dos gregos sobre a recuperação do passado se confundia com a poesia e a mitologia. As obras Ilíada e Odisseia, por exemplo, reportam a episódios do passado grego, mas não trazem algum tipo de respaldo que lhe conceda a ideia de verdade.
A primeira tentativa de promover essa separação da História das outras narrativas existentes na cultura grega aconteceu graças à ação de Heródoto de Halicarnasso (484 – 425 a.C.). Popularmente conhecido como o “pai da História”, Heródoto teve como principal obra As guerras médicas, na qual falava sobre o confronto desenvolvido entre os gregos e os persas. Nesse trabalho, o historiador buscou empreender um método de pesquisa bastante particular. Para fazer um relato conciso sobre esse evento militar, Heródoto acreditava que, primeiramente, teria de conhecer profundamente cada um dos povos e locais em que o conflito aconteceu. Dessa forma, sua investigação sobre o passado contou com a realização de várias viagens à Península Itálica, à Ásia Menor e ao Egito. Entretanto, ainda influenciado por sua cultura, esse estudioso interpretava os fatos ocorridos como uma manifestação da vontade dos deuses.
Tucídides (460 – 396 a.C.) foi o primeiro historiador grego a tentar promover essa dissociação entre a vontade dos deuses e o sentido daquilo que aconteceu no passado. Segundo ele, os eventos históricos seriam fruto dos interesses políticos dos homens. Autor da obra História da Guerra do Peloponeso, Tucídides procurou narrar objetivamente os acontecimentos ligados a esse conflito, apesar de demonstrar algum favor à sua cidade-Estado, Atenas.

0-0) O Positivismo só aparece como teoria histórica no século XIX.
1-1) Tucídides é posterior a Heródoto. Tucídides tem um pensamento direcionado para o futuro, na tentativa de acabar com a subjetividade dos acontecimentos, mostrava-se preocupado, também, em suprimir da história todos os elementos de natureza metafísica ou maravilhosa, enquanto Heródoto voltava seu pensamento para o passado a fim de resgatá-lo em seu esplendor e maravilha.
2-2) Heródoto escrevia para impedir que os feitos dos homens, com o tempo, se apaguem da memória e para que as grandes e maravilhosas obras, feitas tanto pelos bárbaros (os outros), quanto pelos gregos, não cessem de ser renomadas.
3-3) Heródoto viajou por várias regiões do Mundo Conhecido e valorizou a contribuição cultural dos vários povos que conheceu.
4-4) Durante o exílio, empreendeu as viagens as quais descreve em Histórias. Essas viagens conduziram-no ao Egito, à Babilônia, à Ucrânia, à Itália e à Sicília.

Questão : 2
Gabarito : VFVFF

A Arquitetura da Roma Antiga é formada por um conjunto de elementos gregos e etruscos. O plano do templo é herdado dos etruscos. Quanto à ornamentação, é grega; sendo coríntia a ordem preferida. Ou se mandavam trazer da Grécia esculturas, colunas e objetos de todo tipo, ou se faziam cópias dos originais nas oficinas da cidade. O espírito romano, mais prático e menos lírico, não demorou muito a oferecer sua própria versão do estilo. Da fusão dessas tendências, é que se formou o chamado "estilo romano". Embora não haja dúvidas de que as obras arquitetônicas romanas tenham resultado da aplicação das proporções gregas à arquitetura de abóbadas dos etruscos, também é certo que lhes falta um caráter totalmente próprio, um selo que as diferenciam. Para começar, a partir do século II a.C., os arquitetos da antiga Roma dispunham de dois novos materiais de construção. Um deles, o opus cementicium ¬¬– uma espécie de concreto armado –, era material praticamente indestrutível. Do outro lado, estava o opus latericium, o ladrilho, que permitia uma grande versatilidade. Combinado com o primeiro material, ele oferecia a possibilidade de se construírem abóbadas de enormes dimensões e, apesar disso, muito leves. Desde a instauração do império, no século I a.C., a arte foi utilizada em Roma como demonstração de grandeza. Não apenas mudou totalmente a imagem da capital como também a do resto das cidades do império. Palácios, casas de veraneio, arcos de triunfo, colunas com estrelas comemorativas, alamedas, aquedutos, estátuas, templos, termas e teatros foram erguidos ao longo e ao largo dos vastos e variados domínios do Império Romano.

0-0) Os romanos costumavam absorver a cultura dos povos dominados, como gregos e etruscos.
1-1) O objetivo maior da arquitetura romana era mostrar o poderio de sua sociedade.
2-2) Mesmo tendo seguido a arquitetura de um outro povo, os romanos alcançaram impressionantes resultados pelo emprego de tijolos, pedras comuns e de mármores, assim como o emprego de argamassas hidráulicas e argamassas comuns.
3-3) Na verdade, encontramos na arquitetura romana inúmeras contribuições de outras culturas mediterrâneas.
4-4) Os arcos de triunfo com um ou três vãos, de planta retangular, tiveram a sua origem no propósito de honrar os vencedores em batalhas ou imperadores. Eram construídos próximos às portas das muralhas que limitavam algumas cidades do Império Romano.

Questão : 3
Gabarito : FVFFV

A questão versa sobre o Império Bizantino, parte oriental do antigo Império Romano que foi dividido por Teodósio em 395, e sobrevive até a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos em 1453. Constantinopla, apesar das constantes ameaças pelas invasões dos hunos e eslavos, conseguiu manter sua autoridade sobre o conjunto unificado de territórios e povos, capaz de sustentar sua riqueza.
0-0) O Império Bizantino caracterizou-se por um intenso desenvolvimento do comércio marítimo e terrestre. Grande parte do comércio estava nas mãos do Estado ou da corte de Constantinopla.
1-1) A partir do século VI, o Estado adquiriu o monopólio da fabricação de vários artigos de luxo e da operação de algumas rotas comerciais, particularmente de especiarias, ligando as duas partes do mundo.
2-2) O Império Bizantino caracterizava-se pelo Estado centralizador e autoritário. A estrutura social das cidades era composta pela aristocracia urbana, artesãos, pequenos comerciantes e pela numerosa camada dos trabalhadores livres e alguns escravos.
3-3) O poder no Império Bizantino era fortemente centralizado. Riqueza e poder andavam juntos: os latifúndios pertenciam aos dínatas (recebiam a propriedade por herança), altos funcionários do governo que recebiam a propriedade como retribuição aos serviços prestados ao imperador.
4-4) O comércio foi a principal atividade econômica do Império Bizantino, mas no campo ainda existiam pequenas aldeias de camponeses livres, que foram perdendo sua independência pressionadas tanto pelos grandes proprietários como pelo Estado, que as oneravam com pesados impostos e tributos.

Questão : 4
Gabarito : VVFVF

A questão trata sobre o poder da Igreja Católica na sociedade medieval europeia e a submissão da sociedade ao poder eclesiástico. A Igreja foi a única instituição que sobreviveu ordenadamente às crises e às mudanças ocorridas durante a Alta Idade Média.

0-0) O clero, de uma forma geral, monopolizava o saber em um mundo de analfabetos, e, particularmente, o clero regular preservou a cultura clássica por meio das famosas bibliotecas dos mosteiros.
1-1) A concepção que Agostinho tem do mal está baseada na teoria platônica, assim, o mal não é um ser, mas sim, a ausência de um outro ser, o bem. O mal é aquilo que "sobraria" quando não existe mais a presença do bem. Deus seria a completa personificação deste bem, portanto não poderia ter criado o mal.
2-2) Apesar de praticamente manter a sociedade medieval sobre seu controle, a Igreja Católica enfrentou muitas heresias, por exemplo, os cátaros da França adoravam dois deuses (um do Bem e outro do Mal), porém os outros cristãos argumentaram que na Bíblia existe só um Deus, por consequência, este culto foi considerado uma heresia.
3-3) Dois grandes estilos definem a estética arquitetônica medieval: o românico, mais antigo, representado por sua monumentalidade, com grossas paredes, formas geométricas e amplas abóbadas, e o gótico, representado por paredes finas, sustentadas por arcobotantes, torres esguias e pontiagudas.
4-4) Durante a Baixa Idade Média, a Igreja passa por mudanças: como as ideias de Tomás de Aquino. Seu maior mérito foi a síntese do cristianismo com a visão aristotélica do mundo, introduzindo o aristotelismo, redescoberto. Na Idade Média, na Escolástica anterior, compaginou um e outro, de forma a obter uma sólida base filosófica para a teologia e retificando o materialismo de Aristóteles.

Questão : 5
Gabarito : FFVFV

Ocupação territorial durante a administração colonial por meio das Capitanias Hereditárias.
0-0) A extensão do território brasileiro foi um fator decisivo para o fracasso do sistema.
1-1) Só duas capitanias prosperaram, Pernambuco e São Vicente, por causa da cana-de-açúcar.
2-2) Apesar das várias dificuldades, o governo português obteve um maior controle sobre o território conquistado.
3-3) Além de não ser uma grande potência militar, Portugal passava por dificuldades econômicas.
4-4) Graças ao solo e ao clima, a capitania de Pernambuco, bem administrada por Duarte Coelho, obteve bons resultados.

Questão : 6
Gabarito: FFFVF

A união ibérica foi danosa às pretensões dos holandeses por conta de sua luta pela libertação na Europa. Por conta dessa união, os holandeses foram prejudicados com o embargo feito por Felipe II, rei da Espanha e de Portugal.
0-0) Esta interferência não duraria todo século XVII, pois vai existir a Insurreição Pernambucana e os holandeses serão expulsos.
1-1) Apesar de terem passados 24 anos em Pernambuco, os holandeses foram expulsos nas duas ocasiões, no caso, na Bahia e em Pernambuco.
2-2) Apesar da aliança entre as duas nações, os acordos não foram cumpridos, provocando o rompimento das relações e aumentando ainda mais as intrigas comerciais.
3-3) Os holandeses não obtiveram lucros muito altos com a cana-de-açúcar e por isso sua riqueza vem muito mais das práticas de comércio de escravos.
4-4) Com a expulsão dos holandeses, vai ocorrer a decadência de Pernambuco com a concorrência do açúcar antilhano.

Questão : 7
Gabarito : FFVFF

A influência das ideias iluministas foram bastantes claras no Brasil. Várias revoltas tiveram como base o ideário iluminista, principalmente aquelas que antecederam a Independência do Brasil.
0-0) Não houve grande adesão e a única revolta que tocaria no fim da escravidão foi a Revolta dos Alfaiates, na Bahia.
1-1) Combateu o mercantilismo, influenciando atitudes políticas contrárias ao absolutismo, apesar de não contarem com a adesão massiva da sociedade.
2-2) Tanto a Inconfidência Mineira, como a Baiana e a de 1817 em Pernambuco combatiam o centralismo do governo português e falavam abertamente de independência.
3-3) Movimentos como a Inconfidência Mineira eram contrários à libertação dos escravos, apesar de terem influências iluministas.
4-4) Os princípios iluministas já circulavam na Colônia desde o século XVIII, como exemplo, os ideais da Inconfidência Mineira.

Questão : 8
Gabarito : VFFVF

O processo de centralização política pós-independência foi caracterizado pelo centralismo político-administrativo, provocando revoltas, entre elas, a Cabanagem na província de Grão-Pará.
0-0) As camadas mais ricas da população queriam mais liberdade política e usariam os mais humildes como massa de manobra.
1-1) Foi um movimento isolado e não recebeu apoio das províncias vizinhas.
2-2) O governo reprimiu de forma violenta o movimento, com o envio de tropas que agiram com violência.
3-3) Foi uma das mais violentas revoltas do período regencial, principalmente das camadas inferiores (os cabanos).
4-4) Ocorreu a derrubada do governo provincial, porém não se estendeu por toda a década de 30.

Questão 09
Gabarito: FVVFF

A questão versa sobre o socialismo utópico, movimento ideológico do século XIX, fazendo uma crítica ao capitalismo, aos abusos cometidos pelo liberalismo econômico, defendendo uma sociedade mais justa e igualitária. Destaca-se a figura de Saint-Simon, socialista utópico do período.

0-0) Saint-Simon não liderou revoltas importantes na Europa. Entre os utópicos, Louis Blanc participou da Revolução de 1848, que implantou a Segunda República na França, chegando a participar do governo provisório com o seu projeto das Oficinas Nacionais para a geração de empregos.
1-1) Saint-Simon defendia a necessidade de reformas na sociedade para que houvesse melhor distribuição de riquezas. Acreditava numa sociedade planejada e liderada por cientistas.
2-2) Saint-Simon, como socialista utópico, apesar de defender uma melhor distribuição de riquezas, não chegou a defender a revolução liderada pelo proletariado para a derrubada do capitalismo, a exemplo dos marxistas e anarquistas.
3-3) Saint-Simon não tinha propostas semelhantes às de Fourier, que defendem a criação de falanstérios, imaginando uma sociedade harmônica com a criação de comunidades agrícolas independentes, onde todos trabalhariam naquilo que lhes desse prazer.
4-4) Saint-Simon não criticava a existência da propriedade privada, vendo-a como a origem das desigualdades sociais. Foi Pierre Proudhon quem chegou a defender a derrubada da propriedade, sendo considerado o precursor das ideias anarquistas.

Questão : 10
Gabarito : VFVFV

A preocupação de Getúlio Vargas com a construção de uma identidade nacional contou com apoio de intelectuais e artistas, entre eles, no campo da música, Villa Lobos.
0-0) Além de Villa Lobos ter feito muitas pesquisas musicais, e de suas obras serem eruditas, elas teriam características populares.
1-1) Teve uma influência europeia, mas não desprezou as raízes da música brasileira, como exemplo, o chorinho.
2-2) Villa Lobos teve sua obra reconhecida internacionalmente.
3-3) Sua obra não foi restritiva, pois tinha aspectos urbanos e rurais.
4-4) Foram obras que, além de serem conhecidas, eram também apreciadas por sua beleza, entre elas, podemos citar “Trenzinho caipira”.

Questão :11
Gabarito :FVVVV

O clima estava propício para o surgimento das novas concepções artísticas sobre a realidade. Surgiram inúmeras tendências na arte, principalmente manifestos advindos do contraste social: de um lado, a burguesia eufórica pela emergente economia industrial e, de outro lado, a marginalização e o descontentamento da classe proletária e a intensificação do desemprego.

0-0) Pablo Picasso, ao mesmo tempo em que admirava alguns aspectos do regime soviético, contribuía em sua produção artística pessoal para o combate à estética stalinista.
1-1) Stravinsky é um rebelde que promove a fusão do bárbaro e do moderno, do exótico e do universal; de outro lado, principalmente do Édipo rei (1927) e da Sinfonia dos salmos (1930), pela solene dualidade greco-romana de seu caminho para a religião, o catolicismo. Entre uma e outra orientação, tornam-se mais inteligíveis as razões do período em que se volta para a polifonia pré-clássica e, em particular, para Pergolesi. Recuará ainda mais, até a música do século XIV, para estruturar a sua surpreendente missa de 1948. Defendendo a completa funcionalidade da técnica que requer um novo tratamento para cada obra, Stravinsky alcança admirável domínio artesanal, implanta novas combinações instrumentais, conduz um fluxo melódico que incorpora tudo, desde o folclore russo à liturgia da Igreja romana, alarga o espectro de possibilidades da harmonia tonal e confere ao ritmo um relevo extraordinariamente fértil para o desenvolvimento da música contemporânea. Com sua pluralidade, sua força de tantos entrechoques e contradições, Stravinsky encarna em sua música uma súmula viva das crises e transformações que sacodem o mundo até hoje.
2-2) As excentricidades e declarações provocadoras fizeram de Salvador Dalí uma das mais polêmicas figuras da arte contemporânea, mas não impediram que sua obra fosse reconhecida como uma das mais audaciosas e apuradas da pintura surrealista.
3-3) As obras de Franz Kafka conseguem formalizar e abrigar leituras totalmente relacionadas com a condição do ser humano moderno. O olhar kafkiano é direcionado para coisas como a opressão burocrática das instituições, a "justiça" e a fragilidade do homem comum frente a problemas cotidianos.
4-4) Sob a influência das teorias psicanalíticas de Freud, o movimento surrealista tentou transportar para os diversos campos da criação artística – da literatura ao cinema – o que perturbava a mente humana, por meio dos mais secretos aspectos do inconsciente, procurando no imaginário onírico a inspiração para as suas obras. Social e politicamente, o Surrealismo pretendeu desempenhar um papel interventivo e empenhado na sociedade da época, tendo abordado alguns temas controversos, como o erotismo, a perversão, o poder e a religião, com o objetivo de escandalizar a moral burguesa vigente. No campo literário, para além de Breton, o Surrealismo permitiu a escritores e poetas, como Paul Eluard, Louis Aragon, Pierre Naville e Antonin Artaud, explorarem novos caminhos da linguagem, produzindo obras que se pretendiam afastadas de todas as regras e de todo o controle da razão. Nas artes plásticas, artistas, como Giorgio De Chirico, André Masson, Joan Miró, Salvador Dali, Yves Tanguy, Max Ernst, Picasso e René Magritte, partilharam o espírito do movimento, rejeitando quaisquer convenções estilísticas, culturais ou técnicas prévias, seguindo os seus próprios instintos e suas próprias sensações e criando obras muito diferentes em termos formais, em liberdade total.

Questão 12
Gabarito: FFVFV

No âmbito político, a crise do capitalismo foi acompanhada pelo enfraquecimento do Estado liberal. Os ideais democráticos burgueses passaram a ser questionados, as liberdades e os direitos individuais caíram em descrédito, e a livre manifestação do pensamento deu lugar à censura e à repressão.

0-0) O totalitarismo é autoritário e centralizador. Nesse regime, a ação do Estado se deu sempre no sentido de anular a dimensão individual dos cidadãos e de procurar integrá-los a um corpo comum – a Nação. O governo totalitário defende os interesses do capitalismo e da burguesia industrial, jamais defendendo a ascensão política dos trabalhadores, nem tampouco a socialização dos meios de produção.
1-1) Nos regimes totalitários, o pluripartidarismo democrático foi substituído pelo sistema de partido único, entretanto, não houve a liberdade sindical e o direito de greve. A Carta del Lavoro proibia greves, extinguiu sindicatos independentes e criou associações e corporações que reuniam tanto empregados como empregadores. O governo tentava fazer as pessoas acreditarem na cooperação entre as classes sociais. Na realidade, o regime acabava por favorecer os empregadores e o capitalismo industrial.
2-2) Nos regimes totalitários, os ideais democráticos e o liberalismo político foram questionados e as liberdades e os direitos individuais foram desacreditados, abolindo-se a livre manifestação, fortalecendo-se a censura e a repressão política.
3-3) O totalitarismo monopoliza o poder político. A ação do Estado é centralizadora, anulando-se o pluripartidarismo, criando-se o sistema de partido único.
4-4) Os governos totalitários incentivam o corporativismo, em que o Estado intervém na questão da luta de classes, defendendo os interesses da classe dominante e amortecendo os atritos políticos entre a burguesia e o proletariado.

Questão :13
Gabarito : FFFFV

Com a deposição do presidente João Goulart (Jango), tiveram início os governos militares, que iriam se estender de 1964, com o presidente Castelo Branco, até o presidente João Baptista Figueiredo, no ano de 1985.
0-0) Os partidos políticos foram extintos e as eleições tornaram-se indiretas. Com isso, ocorrem manifestações contrárias ao governo que foram reprimidas com violência.
1-1) Uma das características dos governos militares na área econômica foi a abertura ao capital estrangeiro.
2-2) Era proibida qualquer manifestação da classe trabalhadora, bem como qualquer associação de classes após o endurecimento do regime militar.
3-3) A vida parlamentar existiu, apesar do bipartidarismo (o partido do governo, a ARENA e a oposição consentida, o MDB) e das perseguições políticas e cassações de mandatos.
4-4) Os militares reprimiram todo tipo de manifestação política, social e cultural, tirando qualquer possibilidade de contestação por parte da intelectualidade brasileira. Desde o primeiro momento da ditadura, a repressão foi intensa.

Questão :14
Gabarito : FVVFV

A ONU, criada após a Segunda Guerra, foi incapaz de evitar um novo conflito militar de grande repercussão. Muitas guerras aconteceram mostrando que a violência e o militarismo continuavam suas trajetórias. A sofisticação tecnológica serviu para aumentar o poderio das potências imperialistas no contexto político da Guerra Fria.

0-0) A intervenção militar dos Estados Unidos tentando desestabilizar o governo comunista do Vietnã do Norte não foi vitoriosa, surpreendendo as convicções da época. Os vietcongs venceram militarmente os E.U.A, obrigando o governo Nixon a retirar os soldados americanos da região. Foi uma derrota que causou muitas frustrações à sociedade norte-americana.
1-1) Os americanos usaram na guerra do Vietnã contra os vietcongs armas modernas de grande poder de destruição, como Napaem e agente laranja. A primeira era uma geleia incendiária que colava na pele causando grandes queimaduras e o agente laranja tinha um efeito desfolhante provocando o desmatamento, e, consequentemente, desnudando as florestas da região para desmantelar os esconderijos dos vietnamitas.
2-2) Houve protestos mundiais contra o imperialismo dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. Essa guerra converteu-se num confronto de proporções dramáticas pelo número de mortes de civis e soldados vietnamitas e pelo ônus que acarretou para os americanos, não só em gastos, mas também em perda de vidas.
3-3) A derrota dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã não conseguiu impedir a expansão do socialismo na Ásia. Em 1949, o socialismo foi vitorioso na China sob a liderança de Mao Tsé Tung e a influência soviética se fez presente na Coreia do Norte. Em 1976, após o término do conflito, houve a reunificação do Vietnã sob o nome de República Socialista do Vietnã.
4-4) O ano de 1968 marcou o auge dos protestos aos Estados Unidos contra a Guerra do Vietnã. A classe média começou a perceber a irracionalidade do conflito, sobretudo quando os seus filhos jamais retornavam para casa. Artistas e intelectuais de várias partes do mundo aumentaram a pressão política contra os Estados Unidos, produzindo obras artísticas e culturais, nas quais, os horrores da guerra e a falta de motivação das tropas norte-americanas eram ressaltados.

Questão :15
Gabarito : FVVVV

A cultura da América Latina é formada por vários elementos, entre os quais, inclui-se a influência dos colonizadores espanhóis e portugueses, dos povos nativos (ameríndios), dos escravos africanos e dos imigrantes que começaram a chegar a partir do século XIX. Os maiores contingentes de imigrantes vieram da Itália e da Alemanha, que fundaram algumas cidades. Houve também um notável contingente de imigrantes do Oriente Médio, do Japão e da China.

0-0) Houve sempre influência da cultura europeia nessas áreas citadas.

1-1) A História, muitas vezes, é contada sob a ótica dos dominadores.

2-2) Vários países da América Latina passaram por regimes de repressão, que tornaram proscritas algumas atividades culturais.

3-3) A América Latina é um celeiro de notáveis expressões na literatura e em outras áreas da cultura.

4-4) O grande índice de analfabetos na maioria dos países latino-americanos é uma prova do descaso em relação à cultura por parte das elites governamentais.

Questão :16
Gabarito : VFVVF

Eleito presidente dos EUA em uma votação histórica, batendo todos os recordes e contando com mais de 136 milhões de eleitores, Barack Obama trabalhou com seus assessores para resolver o primeiro desafio da sua gestão, iniciada oficialmente no dia 20 de janeiro de 2009: as altíssimas expectativas que a cercam. Feliz, mas também apreensivo com a enorme repercussão da sua vitória, tanto nos EUA quanto no resto do mundo, Obama pretende, durante o período de transição, lembrar regularmente aos americanos de que os desafios da nação são muitos sérios e de que ele precisará de tempo para solucioná-los.

0-0) O desgaste econômico e uma política externa agressiva produziram na sociedade americana o desejo de uma mudança substancial no seu governo.

1-1) O presidente Obama sofre pressão dos conservadores para manter as restrições ao regime cubano.

2-2) Algumas promessas de campanha, como uma nova política externa mais diplomática, estão sendo postas em xeque pelo envio de mais tropas ao Afeganistão.

3-3) É comum que o Partido Democrata no poder seja mais afeito a negociações diplomáticas do que a intervenções militares.

4-4) O Capitalismo não está ameaçado com a eleição de Obama.


 
 20 de Dezembro de 2009

Questões de Inglês Covest 2010

Resolução das questões de Inglês

Texto 1



Answer questions 1 to 3 according to Text 1.
Questão 01
The experiment carried out revealed that
A) neither hemispheres develop specialization for visual processing.
B) the brain hemispheres work properly when both are developed.
C) the two hemispheres of the brain lack specialization to carry out tasks.
D) one hemisphere of the brain will always work better the other.
E) the right hemisphere is responsible for separating different types of food.

Resolução
A questão aborda o desenvolvimento das duas partes do cérebro de um pinto, ligando esse fato a uma melhor capacidade de discernir pedrinhas de comida quando um gavião (de papel) “sobrevoava” o local. Consequentemente, podemos inferir que o cérebro trabalha melhor quando os seus dois lados são desenvolvidos.

GABARITO: B



Questão 02
Chicks with weakly lateralized brains learned
A) to distinguish grains from pebbles despite the hovering hawk.
B) to tell grains from pebbles faster than the normal chicks.
C) to peck at grains and not at pebbles a lot more quickly than normal chicks.
D) to peck at grains and not at pebbles a lot more slowly than normal chicks.
E) that they should peck at grains much faster than at pebbles.

Resolução
É abordado, no final do texto, o fato de que o pinto que não apresentava os dois lados do cérebro desenvolvidos era muito mais vagaroso ao distinguir a comida das pedras.

GABARITO: D



Questão 03
Scientists came to the conclusion that chicks
A) with a lateralized brain could not efficiently attend to two tasks simultaneously.
B) without lateralized brains were able to attend to two simultaneous tasks efficiently .
C) with lateralized brains were more efficient at attending to two tasks simultaneously.
D) with lateralized brains were less capable of attending to two simultaneous tasks.
E) without lateralized brains were able to attend to more than two simultaneous tasks.

Resolução
No final do texto, encontramos a informação de que os pintos que não possuiam os dois lados do cérebro desenvolvidos apresentavam uma dificuldade de fazer duas atividades ao mesmo tempo: comer e prestar atenção ao predador. Sendo assim, aqueles que desenvolveram os dois lados do cérebro conseguiam realizar as duas atividades simultaneamente.

GABARITO: C



Texto 2


Answer questions 4 to 6 according to Text 2.

Questão 04
It is true to say that wood/concrete crossties
A) might impact the environment.
B) need to impact the environment.
C) can not impact the environment.
D) won’t impact the environment.
E) mustn’t impact the environment.

Resolução
O texto aborda o impacto ecológico causado pelas barras de madeira ou de concreto usadas para fixar os trilhos.

GABARITO: A



Questão 05
The conclusion Robert Crawford came to is that
A) wood crossties do not produce as much CO2 as concrete ones.
B) concrete crossties last longer and generate less CO2 than wood ones.
C) concrete crossties do not harm nature in any way.
D) wood crossties only have to do with CO2 when it comes to trees harvesting.
E) timber ties contribute less CO2 than its concrete counterpart.

Resolução
O uso de barras de concreto proporciona maior durabilidade do que as de madeira, pois mesmo com o uso de combustível para a sua produção, elas ainda apresentam impacto ambiental menor do que as vigas de madeira (timber).

GABARITO: B



Questão 06
Concrete crossties are a better alternative
A) but they do not last longer than wood crossties.
B) due to their incredible capacity to last forever.
C) however, wood crossties are more nature-friendly.
D) in spite of producing more CO2 than wood crossties.
E) because they are considerably less harmful.

Resolução
Ao final do texto, pode-se captar a informação de que as barras de concreto são uma melhor alternativa, porque geram o equivalente, em sua produção, entre 1/6 CO2, metade da quantidade de dióxido de carbono produzida pelo uso das vigas de madeira, pois as árvores têm o poder de absorver o CO2 e, quando apodrecem, o liberam. Pode-se inferir, com isso, que as barras de concreto são menos nocivas, como se afirma na alternativa E.

GABARITO: E



Texto 3


Answer questions 7 and 8 according to Text 3.

Questão 07
It is implicitly argued that
A) the bluefin tuna is not good enough to be on any menu.
B) the bluefin tuna is running the risk of overpopulation.
C) bluefin tuna should stop being eaten to avoid its extinction.
D) bluefin tuna will always be part of menus despite the threats.
E) menus have to change because tuna is not a delicatessen.


Resolução
O texto nos traz a mensagem de que devemos tirar o atum bluefin do cardápio agora ou nunca mais será possível tê-lo em nosso cardápio. Com isso, podemos inferir que essa espécie de peixe corre o risco de entrar em extinção e, para evitar isso, deve-se parar de consumi-la.

GABARITO: C


Questão 08
This advertisement advises people to
A) fight for the environment.
B) sit back and do nothing.
C) stop eating seafood.
D) go on a diet to lose weight.
E) eat red meat instead of fish.

Resolução
O texto aborda o tema “Proteção Ambiental”, trazendo, portanto, a ideia de que se deve lutar pelo meio ambiente.

GABARITO: A


 
 20 de Dezembro de 2009

Questões de Português Covest 2010

Resolução das questões de Português

Comentário
Embora tenha causado certa surpresa a ausência de questões que envolvessem a análise de gêneros textuais, como cartuns, tirinhas e charges, o que permite avaliar a maturidade linguística do candidato, a COVEST optou por questões que privilegiam a utilização de recursos linguísticos importantes para a construção de textos coesos e concisos.

Questão 01
A atividade da escrita formal requer a ordenação das palavras numa sequência que expresse harmonia entre as estruturas sintática e semântica. O trecho abaixo não obedeceu a esse princípio textual. Mantendo o sentido original, reformule-o, de modo a conseguir uma sequência de termos que apresente uma mesma estrutura morfossintática.

Nas sociedades modernas, não há mais espaço para discriminação de racismo, religioso e econômico.

Resolução

Uma possibilidade: (sequência de adjetivos)

Nas sociedades modernas, não há mais espaço para discriminação racial, religiosa e econômica.

Outra possibilidade: (sequência de substantivos)

Nas sociedades modernas, não há mais espaço para discriminação que envolva aspectos ligados à raça, à religião e à economia.



Questão 02
“Nem sempre o conhecimento linguístico é suficiente para que se possa estabelecer uma relação de equivalência semântica entre dois ou mais termos.”

a)Explique de que maneira esse princípio se aplica ao enunciado abaixo.
b)Dê outro exemplo em que o mesmo princípio se evidencia.

O Brasil sempre foi respeitado pela qualidade de seu futebol. De fato, o nobre esporte bretão constitui uma de suas marcas de sucesso mais reconhecidas internacionalmente.

Resolução
a)A expressão “o nobre esporte bretão” retoma o termo futebol, estabelecendo coesão por equivalência semântica. O termo “esporte” é um hiperônimo de “futebol”, fato que remete a um conhecimento linguístico; já “bretão”, além desse domínio, exige do leitor um conhecimento de mundo acerca da origem desse esporte.

b)A fim de alçar voos maiores no cenário econômico brasileiro, o estado de Pernambuco vem realizando grandes investimentos no complexo de Suape, fato que propiciará ao Leão do Norte o desenvolvimento tão esperado.


 
 20 de Dezembro de 2009

Questões de Química Covest 2010

Resolução das questões de Química

Questão 01


Resolução



Questão 02


Resolução



Questão 03


Resolução



Questão 04


Resolução



Questão 05


Resolução



Questão 06


Resolução



Questão 07


Resolução
Esta questão foi anulada.


Questão 08


Resolução



Questão 09


Resolução



Questão 10


Resolução



Questão 11


Resolução



Questão 12


Resolução



Questão 13


Resolução



Questão 14


Resolução



Questão 15


Resolução



Questão 16


Resolução


 
 20 de Dezembro de 2009

Covest 2010 - COMENTÁRIO DE REDAÇÃO – PROFESSORES: MÁRIO SÉRGIO, CARLA CARMELITA E CAROLINA ARAÚJO

Comentário da redação

As propostas da UFPE, no que diz respeito aos gêneros, não surpreenderam, uma vez que contemplaram o que vem sendo explorado há três anos: o comentário opinativo e a carta argumentativa. Uma novidade positiva no exame este ano foi o reaparecimento do texto de apoio, que, desde 2007, não constava na proposta de redação.
Em relação à exploração da temática no comentário opinativo, é importante ressaltar que o texto de apoio, conquanto centralizasse o assunto, norteando a construção argumentativa, fazia-o de forma ampla. Nessa perspectiva, os muros concretos e os “muros invisíveis” existentes no mundo, fenômeno abordado pelo texto de apoio, também podem ser encontrados no Brasil.
Considerando que a proposta delimitou, espacialmente, a abordagem em: “Também podem ser encontrados no Brasil...”, o FERA teria que construir sua argumentação em torno desse eixo territorial. Vale ressaltar que o comando (ontem e hoje) é prerrogativa para o desenvolvimento da temática, visto que, se o candidato nortear o texto apenas para o passado ou para o presente, poderá ter sua nota comprometida devido a uma fuga parcial.
Antes de compor a superestrutura argumentativa do texto, o candidato deveria atentar para ao questionamento feito na proposta, respondendo a ele, durante toda a redação. Assim, a existência dos “muros invisíveis” e “que meios seriam esses” deveriam nortear toda a construção textual.
Feita a interpretação da proposta e focado o eixo argumentativo, algumas vertentes poderiam ser exploradas: no campo político (as autocracias, a Ditadura Militar, a falsa idéia de democratização estabelecida após a reabertura política); no âmbito étnico (os conflitos raciais resultantes do preconceito e da discriminação estabelecidos desde a colonização); no aspecto social (a estratificação de classes, as disparidades existentes entre o asfalto e a favela). Outro argumento que poderia subsidiar bem a redação seria reiterar um ponto de vista importante, lançado no texto de apoio: a finalidade tanto dos muros concretos quanto dos “muros simbólicos e invisíveis” é a mesma: proclamar a intolerância, negligenciando a convivência, ao passo que se fomentam as diferenças entre povos e nações.

Na proposta da carta argumentativa, o FERA deveria construir sua argumentação, assumindo um ponto de vista em relação ao posicionamento adotado pelo leitor do jornal, o de que, no Brasil, não houve e nem há muros que segreguem ou discriminem as pessoas. O candidato, mediante a proposta elaborada pela COVEST, estava livre para reiterar a opinião do leitor ou opor-se a ela, dirigindo a carta ao editor do jornal. O gênero carta argumentativa ainda prevê a seguinte superestrutura: local e data, vocativo, contextualização do assunto (introdução), argumentação (desenvolvimento), reiteração da tese introdutória (conclusão) e despedida.

Obs.1: os argumentos sugeridos por nós para o comentário podem ser aproveitados para a carta argumentativa.
Obs.2: o candidato deveria ter um cuidado importante: não restringir a proposta em torno de só um eixo argumentativo desde a introdução, para que, assim, nos parágrafos de desenvolvimento, ele pudesse expor uma ou mais vertentes ligadas à concepção de que existem no Brasil “muros invisíveis”.


 
 20 de Dezembro de 2009

Saiu o GABARITO DA COVEST 2 FASE PRIMEIRO DIA

Confira agora mesmo

Ingles
1.b 2.d 3.c 4.a 5.b 6.e 7.c 8.a
Frances
1.c 2.a 3.c 4.b 5.d 6.b 7.d 8.a
Espanhol
1.e 2.b 3.b 4.a 5.e 6.d 7.c 8.d
Historia
1.FFVFV 2.VFVFF 3.FVFFV 4.VVFVF 5.FFVFV 6.FFFVF 7.FFVFF 8.VFFVF 9.FVVFF 10.VFVFV 11.FVVVV 12.FFVFV 13.FFFFV 14.FVVFV 15.FVVVV 16.VFVVF
Quimica
1.VVFFV 2.VVFFF 3.FVFVF 4.VVFFV 5.VFFVF 6.VFFVF 7.VVFFV(*) 8.FVVVV 9.VFVFV 10.VFVVV 11.VVVVV 12.FFFVV 13.VFVVF 14.VVFVV 15.03 16.02


 
Desenvolvido pela Cappen