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 3 de Dezembro de 2008

Listão Primeira Fase COVEST 2009

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 28 de Novembro de 2008

RESPOSTAS ÀS CONTESTAÇÕES

PROVA DE BIOLOGIA

QUESTÃO 43: Mudança de Gabarito
Prova Tipo A, de A para B
Prova Tipo B, de B para C
Prova Tipo C, de C para D
Prova Tipo D, de D para E
Prova Tipo E, de E para A

QUESTÃO 45: Mudança de Gabarito
Prova Tipo A, alternativas corretas: B e C
Prova Tipo B, alternativas corretas: C e D
Prova Tipo C, alternativas corretas: D e E
Prova Tipo D, alternativas corretas: E e A
Prova Tipo E, alternativas corretas: A e B
Com a ampliação da figura da questão citada, como feito para candidatos portadores de deficiência visual, tornou-se evidente uma pequena diferença na mobilidade de uma das bandas, o que leva a Covest a aceitar como corretas duas alternativas. É válido, contudo, salientar que diferenças de mobilidade não devem ser confundidas com diferenças na intensidade de revelação das bandas. Assim, a mobilidade das bandas na posição 5 (de baixo para cima), presentes em todos (mãe, criança e prováveis pais) é a mesma, muito embora com intensidades diferentes. Na decisão são consideradas bandas inequivocamente detectadas.


 
 28 de Novembro de 2008

RESPOSTAS ÀS CONTESTAÇÕES

PROVA DE GEOGRAFIA

QUESTÃO 27: Mantido o Gabarito
A área escura corresponde às regiões Litoral e Mata de Pernambuco. Essa área possui um regime de chuvas de outono-inverno, ou seja, segundo a classificação de W. Koppen, s’.
Esse regime é basicamente determinado por dois sistemas atmosféricos: um extratropical (a F.P.A) e outro eminentemente tropical, que se origina sobre o Atlântico sul (as Ondas de Leste). A F.P.A. (Frente Polar Atlântica) não é, por definição, uma massa de ar e muito menos o são as Ondas de Leste. As chuvas das Ondas de Leste (perturbações que se verificam no Anticiclone do Atlântico Sul, quando este está relativamente próximo do Nordeste brasileiro) são abundantes e episódicas.

QUESTÃO 28: Mantido o Gabarito
A questão aborda aspectos relacionados às influências da estrutura geológica sobre o relevo.
Não há, na paisagem esboçada, evidências de dobramentos.
A área de relevo mais rigoroso não tem indícios de dobras.
O rio X está nitidamente adaptado a uma falha, revelando assim a influência da estrutura geológica sobre a drenagem. O corte verificado na figura revela deslocamento das camadas rochosas (falhamento). Diversos rios em Pernambuco, por exemplo, têm seu curso adaptado ou controlado por falhas geológicas.


 
 28 de Novembro de 2008

RESPOSTAS ÀS CONTESTAÇÕES

PROVA DE FRANCÊS

QUESTÃO 37
PROVAS TIPOS: A, B, C e D – Mantido o Gabarito
PROVA TIPO E: Mudança do Gabarito, de A para B
A palavra “priorité” não pode ser considerada sinônimo de “hiérarchisation” por não significar a mesma coisa. Quando se procede a uma hierarquia, se faz uma classificação que pode ser em ordem crescente ou decrescente. Eventualmente, nesta classificação se pode dar prioridades, isto é, estabelecer qualidades, critérios para justificar a classificação. Isto quer dizer que a palavra “prioridade” é subjacente a “classificação”. Assim, a contestação não procede.
A passagem do texto que o/a requerente mostra na sua explanação continua empregando a palavra da mesma família que hiérarchisation, isto é, “hiérarchisés”.
A definição do dicionário eletrônico Michaelis não acrescenta em nada a argumentação do requerente, foi na definição da palavra “hiérarchie” não figura a palavra “priorité”. Já a palavra “classificação” se encontra dentro da definição, o que reforça nossa posição.
O dicionário francês Le Nouveau Petit Robert, dá a seguinte definição para a palavra « hiérarchisation » : Action d’organiser selon une hiérarchie; cette organisation. No verbete do outro substantivo da mesma família de palavras, « hiérarchie », encontramos o sinônimo “Classification”.


 
 28 de Novembro de 2008

RESPOSTAS ÀS CONTESTAÇÕES

PROVA DE ESPANHOL

QUESTÃO 34: Mantido o Gabarito
Efetivamente, o teor do texto mostra uma relativização do conceito “costume”, aplicado a determinados países ou culturas. Porém, uma releitura atenta do texto permite comprovar que a opinião de Hemimgway é a única que não aparece entre interrogações, nem de forma direta ou indireta é rebatida pelo autor, nem se pode observar qualquer comentário irônico relativo a tal afirmação.

QUESTÃO 38: Mantido o Gabarito
Dentre os argumentos que aparecem na contestação, destacamos o seguinte: “os vocábulos solicitados não são de uso corrente em espanhol (muito pelo contrário)”. Tal argumento é completamente errado. Ninguém na Espanha desconhece o significado de tais vocábulos.
Porém, apresentam, sem dúvida, uma dificuldade para o estrangeiro. É esse precisamente o diferencial que se procura na prova de espanhol, para evitar perguntas óbvias. Contudo, hoje não se pode conceber o aprendizado de línguas estrangeiras sem o estudo de elementos culturais. Ao menos, aceitemos que a tuna (inclusive no âmbito do ensino) é um desses elementos, até porque virou atração turística em determinadas cidades.
Aceitamos a dificuldade da pergunta, porém não podemos aceitar sua anulação, porque aparecem em um “texto de interesse geral, extraído de jornal – não especializado”.


 
 28 de Novembro de 2008

RESPOSTAS ÀS CONTESTAÇÕES

PROVA DE PORTUGUÊS

QUESTÃO 01: Mantido o Gabarito
A questão solicita que o candidato identifique, dentre as características de Machado de Assis como romancista, aquela que se apresenta em um trecho dado, de D. Casmurro. No trecho, podem-se identificar: “análise psicológica dos personagens, substituição do enredo linear por digressões e reflexão sobre os fatos, além do diálogo com o leitor”. Não se identifica, no trecho apresentado para a análise, uma “quebra da estrutura linear do texto, da qual resulta uma instigante fragmentação da personalidade dos seus personagens principais”, como defende o candidato. O gabarito deve ser mantido.

QUESTÃO 04: Mantido o Gabarito
A questão solicita que o candidato reconheça, dentre alguns trechos retirados do texto de José de Alencar, aquele em que o autor utiliza a ‘ironia’, explicitamente. Dentre os trechos apresentados, o único em que a ironia está explícita é: “Uns certos profundíssimos filólogos negam-nos, a nós brasileiros, o direito de legislar sobre a língua que falamos.”. Os outros trechos não apresentam ironia explícita. Ao afirmar que “nossa imaginação americana, por força terá de acomodar-se aos moldes europeus, sem que lhe seja permitido revestir suas formas originais.”, Alencar pretendeu dizer exatamente isso, ou seja, que algumas “autoridades” estavam forçando nossa imaginação (brasileira) a acomodar-se aos moldes europeus. O gabarito deve ser mantido.

QUESTÃO 05 - ANULADA

QUESTÃO 06: Mantido o Gabarito
O comando da questão não solicita que o candidato identifique apenas “os frutos” das repercussões da instalação da Corte Portuguesa no Brasil. Em vez disso, solicita que o candidato julgue a (in)correção de algumas afirmativas acerca da literatura brasileira do período que abrangeu esse momento histórico. O gabarito deve ser mantido.

QUESTÃO 08: Mantido o Gabarito
A proposição 2 está correta, pois, realmente, a linguagem utilizada do Texto 5 revela que ele, mesmo sendo um poema, é mais coloquial do que o Texto 4. Essa coloquialidade estava de acordo com as características do Modernismo brasileiro, movimento no qual se insere o Texto 5.


 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Química - COVEST 1ª Fase 2009

Resolução da prova de química






























 
 23 de Novembro de 2008

Questão 12 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 12 de Português/Literatura

12. Eça de Queiroz, Fernando Pessoa e José Saramago são três autores que, pela relevância da sua obra, se destacam na Literatura Portuguesa. Acerca desses
autores, analise o que se afirma a seguir.

1) José Maria Eça de Queiroz é um dos mais
importantes romancistas portugueses do século
XIX e um dos pioneiros da literatura realista em
Portugal. Embora suas obras sejam
tematicamente variadas, podemos considerar
como característica comum em seus romances a
abordagem de temas da realidade portuguesa de
então, embora Eça evitasse abordar temas
polêmicos.
2) Fernando Pessoa, na tentativa de levar Portugal
a sintonizar com as vanguardas artístico-culturais
da época, pretendeu, ele mesmo, representar
uma literatura inteira. Daí sua multiplicidade de
estilos e a abrangência de sua obra. Sob esse
mesmo prisma, podemos ver a criação de seus
heterônimos, dos quais os mais conhecidos são
Ricardo Reis (o poeta dos prazeres terrenos),
Álvaro de Campos (o poeta engenheiro) e Alberto
Caeiro (o poeta camponês).
3) José Saramago é autor, entre outros, do romance
O evangelho segundo Jesus Cristo, obra em que
o autor reescreve o livro sagrado sob a
perspectiva de um Cristo humanizado. Seu estilo
tem a singularidade de usar longos períodos e de
marcar a pontuação de seu texto (sobretudo
pontos e vírgulas) de forma não-convencional.

Está(ão) correta(s) apenas:
A) 2 e 3
B) 1
C) 2
D) 3
E) 1 e 2

Gabarito: letra A

Comentário:

A questão faz uma referência aos ícones da Literatura Portuguesa: Eça de Queiroz (Realismo) – Fernando Pessoa (Modernismo) – José Saramago (Literatura Contemporânea).
A alternativa 2 demonstrou a multiplicidade de Fernando Pessoa ao especificar a criação de seus heterônimos mais conhecidos: Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro.
Quanto à alternativa 3, a obra escolhida de José Saramago, “O evangelho segundo Jesus Cristo”, evidenciou a temática de um Cristo humanizado, assim como o estilo da linguagem não-convencional do poeta.
A alternativa 1 está incorreta, pois Eça de Queiroz – grande representante do Realismo/Naturalismo Português – tem como característica básica a análise da sociedade Lisboeta, a psicanálise das personagens, a hipocrisia do ser humano e a crítica ao clero. Posturas consideradas polêmicas à época.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 2 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 2 de Português/Literatura

TEXTO 1
Uns certos profundíssimos filólogos negam-nos, a nós
brasileiros, o direito de legislar sobre a língua que falamos.
Parece que os cânones desse idioma ficaram de uma vez
decretados em algum concílio celebrado aí pelo século XV.
Esses cânones só têm o direito de infringi-los quem nasce
da outra banda, e goza a fortuna de escrever nas ribas
históricas do Tejo e Douro ou nos amenos prados do Lima
e do Mondego.
Nós, os brasileiros, apesar de orçarmos já por mais de dez
milhões de habitantes, havemos de receber a senha de
nossos irmãos, que não passam de um terço daquele
algarismo. Nossa imaginação americana, por força terá de
acomodar-se aos moldes europeus, sem que lhe seja
permitido revestir suas formas originais.
Sem nos emaranharmos agora em abstrusas investigações
filológicas, podemos afirmar que é este o caso em que a
realidade insurge-se contra a teoria. O fato existe, como há
poucos dias escreveu o meu distinto colega em uma
apreciação por demais benévola. É vã, senão ridícula, a
pretensão de o aniquilar. Não se junge a possante
individualidade de um povo jovem a expandir-se ao influxo
da civilização, com as teias de umas regrinhas mofentas.
Desde a primeira ocupação que os povoadores do Brasil, e
após eles seus descendentes, estão criando por todo este
vasto império um vocabulário novo, à proporção das
necessidades de sua vida americana, tão outra da vida
européia.
Nós, os escritores nacionais, se quisermos ser entendidos
de nosso povo, havemos de falar-lhe em
sua língua, com os termos ou locuções que ele entende, e
que lhe traduzem os usos e sentimentos. Não é somente no
vocabulário, mas também na sintaxe da língua, que o nosso
povo exerce o seu inauferível direito de imprimir o cunho de
sua individualidade, abrasileirando o instrumento das idéias.

(José de Alencar. O Nosso Cancioneiro. In: Obra Completa. v. 4.Rio de Janeiro: J. Aguilar, 1960, p. 965-966. Adaptado.)

02. Escritas em 1874, portanto um século e meio antes do Modernismo Brasileiro, as idéias de Alencar, no
Texto 1, antecipam-se a um dos seguintes postulados
da Semana de Arte Moderna de 1922. A qual deles?

A) Absoluto desprezo pela gramática tradicional, o
qual se manifestava pelo uso de formas
consideradas incorretas pela Academia.
B) Adoção das conquistas de vanguarda, como a
liberdade de expressão, a exploração de
temáticas do cotidiano e o coloquialismo.
C) Nacionalismo, que pretendia a busca da
expressão genuinamente nacional, pela
afirmação da cultura e da língua brasileiras.
D) Paródia à linguagem tradicional adotada nas
obras literárias dos movimentos anteriores,
considerada modelo do ‘bom português’.
E) Intensa pesquisa estética, com adaptação dos
valores das escolas européias, reputadas, à
época, como produtoras da ‘boa literatura’.

Gabarito: letra C

Comentário:
Bela questão comparativa entre postulados da Semana de Arte Moderna e as características da literatura romântica. O texto de crítica literária de José de Alencar assinala a busca do escritor romântico pela afirmação da identidade brasileira e de sua dissociação dos laços com a metrópole opressora – Portugal. Esta afirmação se deu, no Romantismo, por meio da valorização dos elementos pitorescos locais, entre eles, a língua, sobre a qual Alencar reflete em seu texto. O mesmo movimento nacionalista se repetiu nas comemorações do centenário da Independência, em 1922, sendo vivenciado de forma ufanista ou crítica pelos diversos grupos que compuseram a geração de 22.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 1 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 1 de Português/Literatura

Joaquim Maria Machado de
Assis (1839-1908). Celebra-se,
este ano, o centenário da
morte daquele que é
considerado expoente da
literatura brasileira. Ele foi
considerado um inovador na
construção da narrativa e dos
personagens e um crítico
mordaz dos valores sociais
vigentes. De seu romance
mais famoso, D. Casmurro, retiramos o trecho a
seguir.

“Em vez de ir ao espelho, que pensais que fez Capitu? Não
vos esqueçais que estava de costas para mim. Capitu
derreou a cabeça. A tal ponto que me foi preciso acudir com
as mãos para ampará-la; o espaldar da cadeira era baixo.
Inclinei-me depois sobre ela, rosto a rosto, mas trocados, os
olhos de um na linha da boca do outro. Pedi-lhe que
levantasse a cabeça, podia ficar tonta, machucar o
pescoço. Cheguei a dizer que estava feia; nem esta razão a
moveu.
- Levanta, Capitu!
Não quis, não levantou a cabeça, e ficamos assim a olhar
um para o outro, até que ela abrochou os lábios, eu desci
os meus , e...
Grande foi a sensação do beijo; Capitu ergueu-se, rápida,
eu recuei até a parede com uma espécie de vertigem, sem
fala, os olhos escuros.”

01. Dentre as características do autor como romancista, identifique a(s) que se encontra(m) no trecho acima.

A) Análise crítica dos valores sociais que circulavam
na burguesia carioca do século XIX, fazendo do
autor um perspicaz analista social.
B) Análise psicológica dos personagens,
substituição do enredo linear por digressões e
reflexão sobre os fatos, além do diálogo com o
leitor.
C) Ironia dirigida ao leitor, ao indivíduo, à sociedade
e à própria narrativa e monólogo interior, quando
o personagem fala consigo mesmo.
D) Pessimismo extremado, o qual decorria, um tanto
logicamente, da lucidez com que o autor percebia
os fatos da realidade que o circundava.
E) Quebra da estrutura linear do texto, da qual
resulta uma instigante fragmentação da
personalidade dos seus personagens principais.

Gabarito: letra B

Comentário:

Tomando por base um excerto da obra “D. Casmurro”, esta questão analisa as características gerais da obra de Machado de Assis, avaliando a sua presença no trecho apresentado.
A cena extraída do romance constitui-se da lembrança de Bento do primeiro beijo trocado com Capitu. Trata-se de um momento em que Machado desnuda os anseios das personagens, visto que, mais importante que o fato em si é a observação das reações emocionais destes personagens ao que lhes ocorre. Neste mesmo trecho, o contato direto do narrador-leitor, típico da narrativa machadiana, surge logo no início, na passagem “que pensais que fez Capitu? Não vos esqueçais”.


 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Geografia - COVEST 1ª Fase 2009

Resolução da prova de geografia



Gabarito: D

A questão buscou mostrar que a China pode substituir os E.U.A. como a nova potência, mas o texto não ressaltou essa alusão. E a atual crise econômica mostra que os E.U.A. ainda são e serão os líderes da economia mundial e que grande parte das fábricas chinesas são montadoras de empresas americanas.



Gabarito: B

São países que dominam a tecnologia de ponta, apresentam alto I.D.H e comandam o capitalismo mundial, por estarem no seleto grupo do G-8.



Gabarito: B

No fator agrário mencionado, predominam os elementos trabalho e capital, que resultam em alta produtividade graças ao uso de tecnologias, as quais caracterizam o sistema agropecuário.



Gabarito: A

O F.M.I. aplica um verdadeiro “receituário” aos países pobres e endividados desde o consenso de Washington, no qual os mandamentos neoliberais estão centrados basicamente em facilitar as importações, o fluxo de capital, o estado mínimo e a globalização. Fato negado na alternativa A.



Gabarito: D

As principais características climáticas do litoral pernambucano são as chuvas outono-inverno como conseqüência das ondas de leste (mTa) e da frente polar atlântica (mPa).



Gabarito: B

O rio escava o seu leito em função de estrutura geológica, que determina a capacidade de erosão mais acentuada nos terrenos sedimentares e maior escoamento nos terrenos cristalinos, ainda influenciado a declividade do terreno e a cobertura vegetal.



Gabarito: C

A Mata dos Cocais é a vegetação da sub-região do meio-norte, que é uma formação de transição entre a Amazônia e o Sertão. Tem a carnaúba, o babaçu e o buriti como suas principais palmeiras, onde também cultiva-se arroz, formando a base econômica da região.



Gabarito: E

O Chaco, junto com o Cerrado e a Caatinga, formam a diagonal árida da América do Sul, sendo que o Chaco estende-se da Argentina à Bolívia e o seu maior domínio é no Paraguai, onde é explorado pela pecuária, principalmente.



Gabarito: C

Os Neomalthusianos, conhecidos como novos alarmistas, apontavam o crescimento popular como causa da pobreza e defendiam métodos radicais de controle populacional.



Gabarito: E

O Brasil é uma República Federativa Presidencialista em que o presidente acumula as funções de chefe de governo e chefe de Estado e todas as atribuições citadas competem ao chefe do Executivo.


 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Comentário da prova de Espanhol

Professores: Rogério Machado e Rúbia Andrade

A prova de língua espanhola da Covest, desse ano, apresentou algumas mudanças em relação aos últimos modelos: texto maior, mais questões de léxico e a não presença de temas recorrentes, como por exemplo, o das formas verbais. Quanto à sua formatação ela apresentou cinco questões de compreensão textual, duas de léxico e uma de gramática.

A partir do título “Las Costumbres Españolas” (os costumes espanhóis) o aluno já se preparou o que foi discorrido ao longo dele: tentar definir o conceito de costume tomando por base a Espanha. O tema é interessantíssimo, pois entendemos que a aprendizagem de uma língua estrangeira passa também pelo conhecimento cultural do país base da língua e de outros que a tenham como oficial. A linguagem estava adequada àqueles que exercitaram, de forma contínua durante o ano, a compreensão textual. Como já citado, o que foi modificado é o tamanho do texto, tornando um pouco mais trabalhosa, mas não difícil, para o fera, a interpretação. Todas as questões relativas a ele estão muito bem elaboradas e de nível preciso.

As duas questões de vocabulário, são a 38ª e 39ª. A equipe considera a primeira de grande dificuldade, devido a que se utilizou três vocábulos que não deram tanta chance a contextualizações. Sem dúvida, é surpreendente, pois tal banca é marcada pela coerência e habilidade nas questões envolvendo o léxico. Diferentemente da 38ª, a segunda sim, deu margem para que o aluno contextualizasse e definisse que a expressão “ sin remilgos” pudesse ser entendida por “sem rodeios, de modo direto”.

Em relação a morfosintaxe tivemos a última(40ª) que pedia ao candidato o reconhecimento da forma e uso do pronombre complemento “le”. Outra vez, a banca repetiu tal tema e acertou na abordagem do conhecimento do candidato. No geral, mais uma vez, a banca da Covest mostra habilidade e visão de língua excelente.


 
 23 de Novembro de 2008

Provas COVEST 1ª Fase 2009

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 23 de Novembro de 2008

Questão 40 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 40 da prova de Espanhol

40. En el cuarto párrafo del texto, aparece el siguiente
fragmento: “Hemingway le dijo a Javier Bello Portu, en
el mismo Café Iruña de antes, que ya sólo le quedaba
España…”. Sobre las dos formas le que aparecen en
dicho fragmento, es correcto afirmar que:

1) ambas son formas que corresponden al
pronombre personal de tercera persona.
2) en el caso del segundo le, se trata de un artículo
masculino singular.
3) en el primer caso, le se refiere a Javier Bello
Portu.
4) ambos podrían ser sustituidos, con el mismo
valor, y sólo en esos contextos, por la forma lo.
5) en el segundo caso, le se refiere a Hemingway.

Son correctas solamente:
A) 1, 3 y 4
B) 2, 3 y 4
C) 1, 3 y 5
D) 2, 4 y 5
E) 1, 4 y 5

Gabarito: letra C

Comentário:
Nesta questão, a única que abordou tópicos de gramática estrutural, foi apresentado o uso do pronome objeto indireto “Le”, que complementa, na oração, os verbos transitivos “dijo” e “quedaba”. Nesse contexto, referindo-se aos protagonistas Javier Bello Portu e Hemingway, respectivamente.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 39 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 39 da prova de Espanhol

39. En el cuarto párrafo del texto se hace referencia a la supuesta costumbre de “decir lo que se piensa sin
remilgos”. Esta expresión quiere decir que:

A) sólo se dice lo que se piensa sin la presencia de
testigos
B) se dice lo que se piensa de algo o de alguien a
terceras personas, y no a los directamente
interesados.
C) se dice lo que se piensa, pero intentando atenuar
el sentido, sin hacer uso de algunas palabras.
D) se dice lo que se piensa de forma inmediata, no
se espera a hacer una reflexión sobre el
contenido.
E) se dice lo que se piensa sin circunloquios, ni
adornos, de forma directa.

Gabarito: letra E

Comentário:
Esta questão retoma a expressão “sin remilgos”, já mencionada na questão 34, sendo agora solicitado o seu significado, que seria facilmente encontrado após uma leitura atenta das alternativas apresentadas. “Sin remilgos”, então, quer dizer o que se pensa diretamente, sem rodeios.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 38 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 38 da prova de Espanhol

38. En el cuarto párrafo del texto aparece la siguiente
frase: “La tuna, hacer el Camino de Santiago, el mus,
la copla…”. Con relación, respectivamente, a “la tuna”,
“el mus”, “la copla”, es correcto decir que:

A) se trata de tres tipos de música, con diferentes
ritmos.
B) son tres juegos de naipes, muy extendidos por
las diferentes regiones españolas.
C) la tuna es un grupo de estudiantes que canta; el
mus, un juego, y la copla una composición
musical.
D) la tuna y la copla son músicas con ritmos
diferentes; el mus es un tipo de comida.
E) se trata de tres tipos de comida que pertenecen a
tres regiones diferentes: Salamanca, Barcelona y
Madrid.

Gabarito: letra C

Comentário:
Nesta questão, de léxico, foi solicitada a explicação de termos específicos da cultura espanhola:
• Tuna: grupos de estudantes que cantam em eventos universitários e/ou festas populares.
• El mus: um jogo de cartas formado por 4 jogadores.
• La copla: canção popular espanhola de origem andaluza ou flamenca.

Diante de tais definições, consideramos difícil o aluno de Ensino Médio conhecer termos tão específicos da cultura local, mesmo sabendo que não se pode dissociar a língua da cultura. Termos tão específicos dificultam a interpretação. A resposta encontra-se na letra C.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 37 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 37 da prova de Espanhol

37. En virtud de los testimonios que ofrecen algunos de las diferentes fuentes extranjeras citadas en el texto, para
opinar acerca de las costumbres españolas, podemos
decir que

1) España no es un país de fiar porque se come
demasiado tarde.
2) los españoles sonríen por cualquier cosa.
3) las tapas son uno de los hábitos más peculiares
de los españoles.
4) los españoles se recogen en sus casas en
cuando se hace de noche.
5) ha descendido el número de matrimonios
canônicos.

Son correctas:
A) 3, 4 y 5 solamente
B) 1 y 3 solamente
C) 1, 2, 3, 4 y 5
D) 1 y 5 solamente
E) 2 y 3 solamente

Gabarito: letra B

Comentário:
Nesta questão, foram apresentadas algumas afirmações sobre os costumes espanhóis, solicitando ao aluno a identificação das citações verdadeiras, a partir de opiniões de algumas fontes estrangeiras mencionadas no texto. Das opções oferecidas, podemos marcar como verdadeiras, segundo o texto, as citações 1 e 3, que tratam de dois tradicionais costumes espanhóis: comer tarde e “salir de tapas”, que significa petiscar algo enquanto bebem.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 36 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 36 da prova de Espanhol

36. A propósito del flamenco, y una vez analizado lo que se dice en el texto con respecto a él, es correcto
afirmar que:

A) no parece tan claro que pueda ser una costumbre
atribuible a la totalidad de los españoles.
B) gusta mucho a los extranjeros, y poco o nada a
los españoles.
C) habitualmente, los británicos celebran
espectáculos de flamenco en Bilbao.
D) se tiene la costumbre de bailarlo cuando se
produce una inauguración.
E) el escritor Unamuno estaba acostumbrado a
bailarlo con su mujer, Concha Lizárraga.

Gabarito: letra A

Comentário:
Esta questão aborda como tema o Baile Flamenco, típico do sul da Espanha, que, embora conhecido mundialmente e bailado por toda a Espanha, não pode ser atribuído como costume a todos os espanhóis. Afirmação contida na alternativa A.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 35 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 35 da prova de Espanhol

35. Con respecto a las políticas y leyes en materia de
inmigración que están en vigor en España
actualmente, podemos afirmar, a tenor de lo que se
dice en el texto que

A) al igual que ocurre con las leyes francesas, son
pasmosas.
B) están basadas en principios republicanos y no
monárquicos.
C) están ambas completamente equivocadas en
función de los criterios que aplican.
D) se podrían resumir con el siguiente aforismo:
debe exigirse a los inmigrantes cumplir con las
leyes.
E) inmigrantes y españoles no deben tener los
mismos derechos ni las mismas obligaciones.

Gabarito: letra D

Comentário:
A interpretação desta questão consegue-se lendo atentamente o último parágrafo do texto, em que se expressa claramente que tanto imigrantes como espanhóis precisam cumprir as leis.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 34 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 34 da prova de Espanhol

34. En función de las opiniones vertidas en el texto por el
autor, podemos afirmar que es, sin duda, una
costumbre española:

A) la fiesta taurina, porque a todos los españoles sin
excepción les gusta.
B) beber vermut en grandes cantidades.
C) emitir expresiones castizas del tipo:
“posicionamiento a nivel de calle”.
D) el flamenco, baile característico de todas las
regiones españolas.
E) decir lo que se piensa sin remilgos.

Gabarito: letra E

Comentário:
Esta questão solicita que seja observado em qual das alternativas encontra-se um costume atribuído verdadeiramente a espanhóis, o qual será, sem dúvida, o costume de falar o que se pensa sem rodeios, “sin remilgos,’ de maneira direta e clara.
Nas demais alternativas, embora tenhamos também costumes espanhóis, não estará correto atribuí-los a toda a Espanha, já que são peculiaridades de algumas regiões específicas.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 33 da Prova de Espanhol - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 33 da prova de Espanhol

Costumbres españolas

Como uno tiene amigos de todo tipo, tengo uno
que le reprocha a otro que desprecie los toros, que
representan, para él, la costumbre española por excelencia.
“Eso no es una costumbre española”, replica el segundo.
“Entonces, ¿qué demonios es una costumbre española?”,
pregunta el primero. “No sé… quizá tener encendida la
televisión durante la cena”. “Es indudable que vosotros, los
españoles —me dijo hace unas semanas un profesor
norteamericano—, tenéis la costumbre de salir de noche”.
¿Será una costumbre española que, a pesar de que la
práctica religiosa disminuye, las bodas por la Iglesia
mantengan masivos registros?
En un manual de cultura española que se utilizaba
hace algún tiempo en una universidad alemana se podía
leer que, entre las más significativas costumbres españolas,
estaban las celebraciones familiares, la siesta, las tapas en
los bares y los animales de compañía. “No se fíe usted de
un país en el que se come tan tarde”, le escribía Eliot a
Owen cuando éste le anunció que se venía a España. “La
sonrisa, en España, significa algo especial —me dijo
Edward Stanton, uno de los grandes hispanistas
americanos—. Aquí no, es un gesto automático”. Y me hizo
recordar a Eduardo Salvatierra, que decía siempre de un
periodista bilbaíno: “ése tiene la mala costumbre de sonreír
siempre, es un tipo sospechoso”.
Por cierto, ¿es una costumbre española decir
cosas como “posicionamiento a nivel de calle”? ¿Y las
palabrotas que usan con profusión algunos estudiantes
extranjeros para demostrar que dominan el idioma hasta en
sus expresiones más coloquiales? ¿Va en contra de las
costumbres españolas la legislación antitabaco? En el Café
Iruña de Pamplona, el músico Carlos Echeveste dijo una
tarde: “Sólo de vermut, me he bebido lagos”. ¿Sería el
prototipo de una acendrada costumbre española?
Leí hace no mucho el relato de viaje por España
de un periodista italiano. Subrayaba que, a diferencia de la
costumbre italiana de pedir sólo un expreso, la española era
marear al camarero pidiendo, uno, un cortado con leche
fría, otro, un café con leche corto de café, el otro, un café
con hielo, el otro, un solo doble, y así hasta el infinito. La
tuna, hacer el Camino de Santiago, el mus, la copla…
¿Fiestas como las de San Fermín o la Feria de Abril?
Hemingway le dijo a Javier Bello Portu, en el mismo Café
Iruña de antes, que ya sólo le quedaba España, porque era
el único lugar del mundo en el que se mantenían las
costumbres de decir lo que se piensa sin remilgos y de
pelearse a puñetazos por una cuestión de honor. Cuando
se inauguró el ferry entre Southampton y Bilbao, los
británicos organizaron en el puerto de Santurce un
espectáculo de flamenco. “Oigan, decían allí, esto no es
costumbre de aquí”. Y Unamuno repetía que su mujer,
Concha Lizárraga, era su costumbre, lo que constituía toda
una declaración de amor ya que, cuando faltaba ella, él se
sentía desacostumbrado.
Como todo el mundo sabe ya, en algunas de las
propuestas políticas sobre inmigración, además de
cuestiones razonables y promesas de un intervencionismo
muy poco liberal, se han colado las “costumbres de los
españoles”, que deberían ser respetadas por los extranjeros
que quieran vivir en nuestro país. Ni los más ilustres
miembros de nuestro maltrecho Congreso de los Diputados
son capaces de explicarnos cuáles son de verdad las
costumbres españolas ni mucho menos por qué van a tener
que respetarlas los inmigrantes si no las respetan los
nacionales, que discuten apasionadamente sobre lo que en
realidad son. Cuando le preguntaron al líder de la oposición,
Mariano Rajoy, sobre la relación entre Sarkozy y Carla
Bruni salió con aquella humorada de que sus costumbres
eran otras porque era de Pontevedra. Le debió de gustar la
ocurrencia porque la repitió días más tarde, pero parece
que esta costumbre no va más allá de su propia región de
origen.
Ya que se cita tanto la política de inmigración
francesa, pasmosa en algunos aspectos clave, convendría
recordar el principio republicano de que al extranjero sólo
se le puede exigir lo que se exige al nacional. Y hay que
reconocer que, en este punto, el presidente del Gobierno,
protagonista por otra parte de una política de inmigración
llena de errores, tiene razón al decir que lo único que tienen
que hacer los inmigrantes, como los españoles, es cumplir
las leyes.

(Germán Yanke - El Confidencial 09/02/2008).

33. Una vez leída la totalidad del texto, podemos afirmar que el tema fundamental que en él se trata es:

A) una discusión acerca de los toros, la costumbre
nacional española por excelencia.
B) una crítica hacia las políticas de inmigración
llevadas a cabo por el actual Presidente del
Gobierno español.
C) un análisis en torno al concepto de costumbre
asociada a un determinado país (en este caso,
España).
D) una muestra de diversas opiniones que, sobre
España y los españoles, ofrecen algunas
personalidades extranjeras.
E) una anécdota periodística referida al líder de la
oposición, Mariano Rajoy, a propósito del reciente
matrimonio del Presidente francés Sarkozy.

Gabarito: letra C

Comentário:
Seguindo os modelos de abordagens anteriores, foi solicitada ao aluno a identificação do tema central do texto, que tratava, por sua vez, de uma análise sobre o conceito de costumes espanhóis. Resposta facilmente encontrada na alternativa C.


 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Física - COVEST 1ª Fase 2009

Resolução da prova de Física



 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Biologia - COVEST 1ª Fase 2009

Resolução da prova de biologia



Gabarito: E

Comentário: questão que envolve conhecimentos sobre organelas e suas funções, mostrando um erro no item E, no qual, na realidade, os peroxissomos não convertem lipídios em açúcares, e sim degradam o peróxido de hidrogênio.



Gabarito: C

Comentário: a proposição 3 está errada, pois o fígado não produz enzimas digestivas; ele sintetiza a bile, responsável pela emulsificação das gorduras.




Gabarito: B
Gabarito oficial: A - contestado

Comentário: as proposições 2 e 3 fazem referência à veia aorta, quando existe, na realidade, a artéria aorta, pois artéria é todo vaso centrífugo.



Gabarito: D

Comentário: o Diabetus Mellitus é causado por disfunção pancreática (hormônio insulina). Hormônios sexuais são produzidos pela região cortical das adrenais. Hormônio do crescimento é produzido e liberado pela adeno hipófise. O bócio é ocasionado pela deficiência de iodo na alimentação, elemento químico importante no metabolismo da tireóide.



Gabaritos: B e C

Comentário: a alternativa B mostra as mesmas características apresentadas no diagrama referentes à criança (C) e ao provável pai (P2).



Gabarito: B






Gabarito: C

Comentário: o aluno teria que apresentar conhecimento dos devidos exemplares das angiospermas leguminosas e gramíneas. Na alternativa C, estão bem claras as leguminosas feijão e ervilha (presença de vagem) e a cana-de-açúcar como uma gramínea.



Gabarito: B

Comentário: o item 2 representa um processo natural de decomposição de corpos e o item 5 mostra um processo benéfico ao solo por meio de uma relação mutualística entre bactérias ou fungos com leguminosas (importante na rotação de culturas).



Gabarito: B

Comentário: no item 2, o trabalho de incineração é feito em resíduos inorgânicos e, no item 3, os lixões a céu aberto trazem prejuízos ao meio ambiente, sendo responsáveis pela transmissão de doenças.



Gabarito: A

Comentário: A blenorragia (ou gonorréia), a sífilis (ou cancro duro) e a tricomoníase (ou corrimento vaginal) são doenças sexualmente transmissíveis (DST); enquanto o botulismo e a toxoplasmose são adquiridas, principalmente, por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados.


 
 23 de Novembro de 2008

Questões da Prova de Inglês - COVEST 1ª Fase

Resolução da Prova de Inglês - COVEST 1ª Fase

TEXT 1
Every day thousands of teens wake up afraid to go to
school. Bullying is a problem that affects millions of students
of all races and classes. Bullying has everyone worried, not
just the kids on its receiving end. Yet because parents,
teachers, and other adults don't always see it, they may not
understand how extreme bullying can get.
Bullying Is a Big Problem
Bullying is when a person is picked on over and over again
by an individual or group with more power, either in terms of
physical strength or social standing.
Two of the main reasons people are bullied are because of
appearance and social status. Bullies pick on the people
they think don't fit in, maybe because of how they look, how
they act (for example, kids who are shy and withdrawn),
their race or religion, or because the bullies think their target
may be gay or lesbian.
Some bullies attack their targets physically, which can mean
anything from shoving or tripping to punching or hitting, or
even sexual assault. Others use psychological control or
verbal insults to put themselves in charge. For example,
people in popular groups or cliques often bully people they
categorize as different by excluding them or gossiping about
them (psychological bullying). They may also taunt or tease
their targets (verbal bullying).
Verbal bullying can also involve sending cruel instant or
email messages or even posting insults about a person on a
website — practices that are known as cyberbullying.
One of the most painful aspects of bullying is that it is
relentless. Most people can take one episode of teasing or
name calling or being shunned at the mall. However, when it
goes on and on, bullying can put a person in a state of
constant fear.
Guys and girls who are bullied may find their schoolwork
and health suffering. Amber began having stomach pains
and diarrhea and was diagnosed with a digestive condition
called irritable bowel syndrome as a result of the stress that
came from being bullied throughout ninth grade. Mafooz
spent his afternoons hungry and unable to concentrate in
class because he was too afraid to go to the school
cafeteria at lunchtime.
Studies show that people who are abused by their peers are
at risk for mental health problems, such as low self-esteem,
stress, depression, or anxiety. They may also think about
suicide more.
Bullies are at risk for problems, too. Bullying is violence, and
it often leads to more violent behavior as the bully grows up.
It's estimated that 1 out of 4 elementary-school bullies will
have a criminal record by the time they are 30. Some teen
bullies end up being rejected by their peers and lose
friendships as they grow older. Bullies may also fail in
school and not have the career or relationship success that
other people enjoy.
(Disponível em:

Acessado em 10 de julho de 2008).
Answer questions 33, 34 and 35 according to TEXT 1

33. Bullying may seriously affect
A) people’s health in many different ways.
B) people mentally but not physically.
C) children but not their parents.
D) people but not the very bullies themselves.
E) all kinds of people except for the white ones.

Gabarito: letra A
Comentário

O Bullying pode afetar seriamente uma pessoa de diferentes maneiras. De acordo com o texto, no quarto parágrafo, elas podem sofrer agressão física “punching” (socos) e “hitting” (empurrões) ou até agressões sexuais.
As pessoas que sofrem Bullying podem ser excluídas por serem diferentes do restante do grupo, ser vítimas de fofocas e insultadas verbalmente, caracterizando, também, agressão psicológica.


34. Bullying has got to do with
A) dropping out of school due to mental or physical
health problems.
B) the use of physical and psychological force to
ensure superiority of humans over animals.
C) an individual’s or a group’s repeated physical or
psychological molesting of a person.
D) obedience owed to older and more educated
people.
E) guys and girls whose homework cannot be turned
in due to tardiness.

Gabarito: letra C
Comentário

Esta questão procura saber qual seria o significado da palavra Bullying, que é explicado pelo segundo parágrafo do texto “...When a person is picked on over and over again...” (quando alguém ou um grupo pega no pé de alguém repetidamente).

35. “Some bullies attack their targets physically, which can
mean anything from shoving or tripping to punching or
hitting, or even sexual assault. Others use
psychological control or verbal insults to put
themselves in charge.” The reflexive pronoun
themselves refers to:
A) assaut.
B) bullies.
C) targets.
D) psychological control.
E) verbal insults.

Gabarito: letra B
Comentário

Esta questão é de uma abordagem lexical com a palavra “themselves”, pois o enunciado pede para o candidato associá-la a algo que foi dito anteriormente no texto. Quando o autor diz “... put themselves in charge.” (colocá-los no comando), ele se refere a quem comete o “bullying”, os chamados “bullies”.

TEXT 2
Alice's Adventures in Wonderland
by
Lewis Carroll
CHAPTER I
DOWN THE RABBIT-HOLE
ALICE was beginning to get very tired of sitting by her sister
on the bank and of having nothing to do: once or twice she
had peeped into the book her sister was reading, but it had
no pictures or conversations in it, "and what is the use of a
book," thought Alice, "without pictures or conversations?'
So she was considering, in her own mind (as well as she
could, for the hot day made her feel very sleepy and stupid),
whether the pleasure of making a daisy-chain would be
worth the trouble of getting up and picking the daisies, when
suddenly a White Rabbit with pink eyes ran close by her.
There was nothing so very remarkable in that; nor did Alice
think it so very much out of the way to hear the Rabbit say
to itself "Oh dear! Oh dear! I shall be too late!" (when she
thought it over afterwards it occurred to her that she ought
to have wondered at this, but at the time it all seemed quite
natural); but, when the Rabbit actually took a watch out of its
waistcoat-pocket, and looked at it, and then hurried on, Alice
started to her feet, for it flashed across her mind that she
had never before seen a rabbit with either a waistcoatpocket,
or a watch to take out of it, and burning with
curiosity, she ran across the field after it, and was just in
time to see it pop down a large rabbit-hole under the hedge.
In another moment down went Alice after it, never once
considering how in the world she was to get out again.
Disponível em: Acessado em
25 de maio de 2008.
Answer questions 36, 37 and 38 according to TEXT 2

36. As Alice was a little restless and feeling a bit tired, she
A) read all her sister’s book for pleasure.
B) decided to have a talk with her sister.
C) considered picking some daisies for a chain.
D) fixed to get some sleep and rest for a while.
E) went swimming for it was a very hot day.

Gabarito: letra C
Comentário

No segundo parágrafo do texto, encontra-se a idéia expressa na letra “C”, que diz: “The pleasure of making a daisy-chain...” (o prazer de fazer um colar de margaridas).

37. The rabbit’s capacity to talk
A) never crossed her mind as something unusual.
B) didn’t arouse any interest at first but did so later
on.
C) immediately took Alice totally by surprise.
D) was something Alice had long been used to.
E) was a result of Alice’s rich imagination.


Gabarito: letra B
Comentário


Esta questão pergunta sobre a reação de Alice ao fato de presenciar o coelho falando, a qual podemos verificar no começo do terceiro parágrafo, mais especificamente nesta parte: “... When she thought it over afterwards it accurred to her that she ought to have wondered at this, but at the time it all seemed quite natural”, o que podemos entender que a princípio o fato de um coelho falar pareceu, para ela, natural; só algum tempo depois, “cairia a ficha”.


38. Alice’s curiosity concerning the rabbit’s use of a watch
A) made her chase it and accidentally fall into a
rabbit’s hole.
B) made her think about how rabbits learn to tell
time.
C) led her to do a research project into rabbits’ living
habits.
D) got her chasing it and then she went down a
rabbit-hole.
E) intrigued her and made her want to get rid of him.

Gabarito: letra D
Comentário


O final do terceiro parágrafo poderia deixar o candidato em dúvida se ela caiu acidentalmente, por causa da frase “burning with curiosity” (curiosidade exarcerbada). Mas, logo no início do último parágrafo, o autor deixa bem claro que “Alice went down after it”, ou seja, ela foi atrás do coelho de propósito, e não acidentalmente, “accidentally”.

TEXT 3
Alcohol is the drug most commonly used and abused by
adolescents. It is responsible for the 3 major causes of
death in this age group: motor vehicle accidents,
unintentional injuries, and homicide. In fact, postmortem
studies show that in 45% to 50% of violent deaths involving
adolescents, alcohol had been consumed by both victims
and perpetrators. Yet, alcohol use and abuse is the most
commonly missed teenage diagnosis. Although it is illegal
for minors to purchase alcohol in most parts of the United
States, many adolescents say that getting alcohol is "very
easy or fairly easy."
(Disponível em:
Acessado
em: 20 de julho de 2008).
Answer questions 39 and 40 according to TEXT 3

39. One can assert that in the US
A) the death rate among teens as a result of alcohol
use is negligible.
B) jealousy is one of the top 3 causes of death
among teens.
C) adolescents hardly ever consume alcoholic
beverages.
D) as concerns violent deaths, only adolescent
perpetrators had consumed alcohol.
E) teens’ consumption of alcohol exceeds that of all
other drugs.

Gabarito: letra E
Comentário


Já no início do texto, é afirmado que “Alcohol is the drug most commonly used and abussed by adolescents”. O uso do superlativo nessa frase nos diz que o álcool é uma droga mais usada do que todas as demais.

40. Adolescents are not allowed to buy alcohol, in most
parts of the US
A) though they find little or no difficulty in doing so.
B) due to its obscenely high price.
C) in spite of their social responsibility.
D) because teenagers are considered violent people.
E) as a consequence of a misdiagnosed scenario.

Gabarito: letra A
Comentário


No final do texto, o autor diz que, apesar de ser proibida a compra de álcool por menores na maior parte dos Estados Unidos, eles conseguem comprar facilmente: “Although it is illegal for minors to purchase alcohol in most part of the United States, many adolescents say that getting alcohol is very easy or fairly.”



 
 23 de Novembro de 2008

Prova de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase 2009

Contestação da prova de Português/Literatura

Questão 5

Gabarito oficial: B

Gabarito da Equipe de Língua Portuguesa do Colégio Motivo: sem gabarito

Solicitamos a atenção da Banca para a questão 5, que não tem resposta, já que o termo “Esses cânones”, no fragmento indicado na proposição 2, não exerce a função de sujeito, e sim de objeto direto do verbo “infringir”. Esse termo é retomado pleonasticamente pela forma pronominal “los”. Na ordem direta, o período ficaria: Só quem nasce da outra banda, e goza a fortuna de escrever nas ribas históricas do Tejo e Douro ou nos amenos prados do Lima e do Mondego têm o direito de infringir esses cânones.

Portanto as proposições corretas seriam apenas 3 e 4.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 11 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 11 de Português/Literatura

11. Analisando a função de alguns advérbios empregados no Texto 4, podemos afirmar que:

1) no trecho: “É fato sabido que a colocação dos
pronomes átonos no Brasil difere
apreciavelmente da atual colocação portuguesa”,
o termo destacado desempenha a função de
intensificar a ação descrita pelo verbo ‘difere’.
2) no trecho: “Infelizmente, certos gramáticos
nossos e grande parte dos professores da língua
(...) preconizam, no particular, a obediência cega
às atuais normas portuguesas”, o termo em
destaque revela a opinião do autor acerca da
afirmação que faz.
3) no trecho: “e que só podem ser seguidas na
língua escrita, ou numa elocução altamente
formalizada”, o termo em destaque incide sobre o
nome ‘elocução’, e tem o papel de enfatizar uma
de suas qualidades.
4) no trecho: “sendo mesmo inflexíveis no exigirem
o cumprimento de algumas delas, que violentam
duramente a realidade lingüística brasileira”, o
termo destacado expressa totalidade,
equivalendo a ‘completamente’.
Estão corretas as afirmações:

A) 1, 2, 3 e 4
B) 3 e 4 apenas
C) 1 e 3 apenas
D) 1 e 2 apenas
E) 2 e 4 apenas

Gabarito D

Comentário:
Os itens falsos são:
3 - O advérbio “altamente” não incide sobre o substantivo ELOCUÇÃO, e sim sobre a palavra de função adjetiva FORMALIZADA.
4 - O advérbio “duramente” não expressa totalidade, e sim o modo como foi violentada a realidade lingüística brasileira.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 10 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 10 de Português/Literatura

10. Tomando por base as afirmações do Texto 4,
podemos concluir que a forma “me dá um cigarro”, do
Texto 5:

A) apesar de diferir da forma lusitana que está
prescrita nas gramáticas e nos manuais de língua
portuguesa, representa a forma de uso mais
habitual na variante brasileira do português, e
pode ser explicada pela variação de pronúncia.
B) embora seja de uso freqüente no português do
Brasil, deveria ser tratada com maior rigor pelos
gramáticos e professores da língua, já que, por
ser uma forma divergente do português de
Portugal, é uma violência à nossa língua.
C) é uma forma permitida pelas gramáticas do
Brasil, apesar de proibida pelas gramáticas
portuguesas, porque, aqui, os gramáticos e
professores da língua são mais flexíveis e apóiam
certos usos próprios do idioma nacional.
D) além de comprovar o completo desconhecimento
dos brasileiros em relação à história da língua
que falam, também evidencia a tendência
brasileira de deturpar a realidade lingüística na
qual os falantes estão inseridos.
E) representa, de fato, uma divergência clara entre o
português do Brasil e o de Portugal, sendo,
conforme apontam os Textos 4 e 5, a forma
preferida das pessoas não-letradas da sociedade
brasileira, com baixo grau de escolaridade.

Gabarito A

Comentário:
Em geral, os textos 4 e 5 trazem à tona a questão da variação lingüística, principalmente na oralidade. Considerar que é preciso levar em conta o uso da língua ainda é um desafio, já que isso vai de encontro às regras prescritas nas gramáticas. Mas negar essas variantes é querer impor uma língua estática, homogênea.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 9 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 9 de Português/Literatura

09. Encontramos, no Texto 4, uma crítica:

A) aos falantes brasileiros, porque, na oralidade,
eles divergem apreciavelmente dos falantes
portugueses, no que tange à colocação dos
pronomes oblíquos átonos.
B) às regras das nossas gramáticas, que, sendo
diferentes das de Portugal no que se refere à
colocação dos pronomes átonos, fazem nossa
língua parecer medieval e clássica.
C) àqueles que defendem a obediência cega às
normas gramaticais portuguesas de colocação
pronominal, sem considerar as normas de uso da
variante brasileira.
D) aos gramáticos e professores de língua
portuguesa que não levam em conta as regras
portuguesas da gramática no que se refere à
colocação dos pronomes átonos.
E) aos gramáticos que, comparando as duas
variantes nacionais da língua portuguesa,
defendem que, em Portugal, há apenas uma
norma, e, no Brasil, duas.

Gabarito C

Comentário:
O texto 4 faz uma crítica às pessoas que desconsideram a variabilidade da língua portuguesa, que, segundo o texto, é legítima e “representa uma inestimável riqueza idiomática”. Negar essa variedade é ser “inflexível”.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 8 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 8 de Português/Literatura

TEXTO 4

É fato sabido que a colocação dos pronomes átonos no
Brasil difere apreciavelmente da atual colocação
portuguesa e encontra, em alguns casos, similar na língua
medieval e clássica.
Em Portugal, esses pronomes se tornaram extremamente
átonos, em virtude do relaxamento e ensurdecimento de
sua vogal. Já no Brasil, embora os chamemos ‘átonos’, são
eles, em verdade, semitônicos. E essa maior nitidez de
pronúncia, aliada a particularidades de entoações e a
outros fatores (de ordem lógica, psicológica, estética,
histórica, etc.), possibilita-lhes uma grande mobilidade de
posição na frase, que contrasta com a colocação mais
rígida que têm no português europeu.
Infelizmente, certos gramáticos nossos e grande parte dos
professores da língua, esquecidos de que esta variabilidade
posicional, por ser em tudo legítima, representa uma
inestimável riqueza idiomática, preconizam, no particular, a
obediência cega às atuais normas portuguesas, sendo
mesmo inflexíveis no exigirem o cumprimento de algumas
delas, que violentam duramente a realidade lingüística
brasileira e que só podem ser seguidas na língua escrita, ou
numa elocução altamente formalizada.
Esta é, a nosso ver, a primeira distinção que as duas
variantes nacionais da língua portuguesa apresentam em
sua forma culta: a vigência de uma só norma em Portugal;
no Brasil, a ocorrência de dualidade ou de assimetria de
normas, com predominância absoluta da norma portuguesa
no campo da sintaxe, o que dá a aparência de maior
coesão do que a real entre as duas modalidades
idiomáticas, principalmente na língua escrita.
É a história que vai explicar-nos esta relativa unidade da
língua culta de Portugal e do Brasil e as sensíveis, por
vezes profundas, diferenças da língua popular em áreas
dos dois países.
(Celso Cunha. Política e cultura do idioma, In: Língua, nação e
alienação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981, p.15-18.
Adaptado.)

TEXTO 5

Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
(Oswald de Andrade)

08. Como se pode perceber, os Textos 4 e 5 se interrelacionam.
Acerca dessa inter-relação, analise as
afirmações a seguir.

1) Conquanto sejam textos equivalentes do ponto
de vista temático, eles se distinguem no que se
refere ao tipo e ao gênero textuais.
2) Comparando a linguagem utilizada nos textos sob
análise, percebemos que o Texto 5, mesmo
sendo um poema, é mais coloquial, estando em
conformidade com as características do
Modernismo brasileiro.
3) Em ambos os textos, podemos evidenciar a
defesa do uso de uma norma lingüística brasileira
que, até o Modernismo, era hostilizada pela
literatura.
4) Podemos encontrar em ambos os textos
referências que poderiam atestar a falta de
uniformidade da língua portuguesa.
Estão corretas:

A) 1 e 2 apenas
B) 2 e 3 apenas
C) 1 e 3, apenas
D) 1, 2, 3 e 4
E) 1 e 4, apenas

Gabarito D
Comentário:
Todas as afirmações estão corretas, uma vez que comentam a igualdade temática abordada nos textos 4 e 5. Os dois autores mostram-se, por meio do uso de gêneros, tipos textuais e linguagens distintas, contrários à existência de uma norma lingüística única para Portugal e para o Brasil.


 
 23 de Novembro de 2008

Questão 7 de Português/Literatura - COVEST 1ª Fase

Resolução da questão 7 de Português/Literatura

07. “Sem a vinda da família real, acho que dificilmente
teríamos a união. Não foi elemento fundamental para
formar a Nação, mas em termos de construir um
império foi importante.” Assinale a alternativa na qual
se mantém a oposição expressa no trecho sublinhado.
A) De fato, não foi elemento fundamental para
formar a Nação, pois só foi importante em termos
de construir um império.
B) Embora não tenha sido elemento fundamental
para formar a Nação, foi importante em termos de
construir um império.
C) Foi importante em termos de construir um
império, portanto foi elemento fundamental para
formar a Nação.
D) Como não foi elemento fundamental para formar
a Nação, foi importante em termos de construir
um império.
E) Não apenas foi elemento fundamental para
formar a Nação, mas também foi importante em
termos de construir um império.

Gabarito B

Comentário:
A conjunção EMBORA, concessiva, mantém o sentido de oposição expresso no trecho sublinhado.
Os demais itens são falsos porque:
A - a conjunção POIS expressa justificativa;
C - a conjunção PORTANTO expressa conclusão;
D - a conjunção COMO expressa causalidade;
E - a locução conjuntiva MAS TAMBÉM expressa adição.


 
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